Quem quer brinquedooo?




Papais e mamães, estou com novidades e vou compartilhar aqui no "Eu quero!" do "Mãe pensa em tudo"!

A primeira novidade é que estou fazendo comprinhas "lá fora" pra gente! A segunda é que entre os produtos estão aqueles que as crianças só faltam nos enlouquecer para comprarmos: brinquedos!

Como minha principal referência são meus filhos e os seus amiguinhos, essa primeira compra foi da estrelinha da vez: boneca LOL, ou melhor, Big LOL, como ficou conhecida.

Já há alguns meses que a LOL está super em alta entre os brinquedos mais requisitados pelas crianças. Mas se chegou por aqui fazendo sucesso entre as meninas, por outro lado o valor da brincadeira tem deixado os pais de cabelo em pé e na maior saia justa.

Aqui no Brasil, pasmem, a LOL Big Surprise é encontrada por até mais de mil reais! Não tem como não achar caro, não é mesmo? Não que lá fora ela também não seja, mas nada comparado aos preços praticados aqui.

Sendo assim, trouxe dos E.U.A algumas unidades de LOL Big Surprise para venda a um preço mais em conta. Mal chegaram e já foram muito bem recebidas. Tanto que algumas já ganharam novo endereço e  estão fazendo a alegria das meninas, que foram presenteadas com as bonequinhas tão desejadas e todos os seus mini "milhares" de acessórios, que são encontrados dentro da bola. São 50 surpresas diferentes!

Agora, comigo, somente 3 a pronta-entrega! Então, se essa oportunidade te interessou também, acesse a minha loja no Mercado Livre, clicando aqui.

O foco das compras não será somente brinquedos, neste caso, como é, trouxe para vocês conferirem. Por isso, sugestões são muito bem-vindas e vão me ajudar na escolha dos itens das próximas compras.

Beijo!


Workshop gratuito para gestantes - Psicoembriologia


Dividi com vocês a um tempo atrás, aqui no blog, um assunto que, pelo menos para mim, era uma novidade: a psicoembriologia!

Recordando um pouco ... a psicoembriologia é uma técnica da psicanálise onde a gestante é orientada a como falar com o bebê sobre suas emoções, uma vez que ela sabe o que sente e o porque sente, mas o bebê não sabe como administrar esse turbilhão de emoções que chega para ele.

E essa conversa, direcionada por um profissional, de futuras mamães com o seu bebê e também de papais que desejam essa interação, vai além do estreitamento de vínculos entre pais e filho, pode prevenir traumas desde o início da formação do feto e, consequentemente, contribuir para um desenvolvimento psíquico saudável da criança. E foi isso que me chamou a atenção e de tantas outras pessoas, que me procuraram depois do post para comentar e para elogiar a abordagem do tema aqui no "Mãe pensa em tudo".

Por isso, se você, assim como eu, gostou muito do assunto e ficou com aquele gostinho de quero saber mais, agora terá uma grande oportunidade, inclusive de conversar pessoalmente com a Bruna Araújo, mamãe e psicoembrióloga, que nos presenteou com tantas informações sobre a psicoembriologia naquela época e que voltou agora com mais novidades em relação ao assunto. Dessa vez, promoverá em parceria com a BCU - Banco de Cordão Umbilical e a Plus Cell um workshop para gestantes. E todas estão convidadas a participar! Legal, né? Então, anotem aí:



Workshop para gestantes

Psicoembriologia - saiba sobre a importância da terapia e seus benefícios.

Data: 19 de maio, próximo sábado

Horário: das 11h às 16h

Local: Rua Dr.Zuquim, 798 - Santana - 02035-021 - São Paulo/SP

Evento gratuito

Faça sua Inscrição pelo  e-mail: bcubrasil@bcubrasil.com.br ou pelo telefone
(11) 2950-0138 ou pelo whatsapp: (11) 94997-4991.





Psicoembriologia: converse com seu bebê no útero



Não é de hoje que sabemos que há bons motivos para conversar com o bebê, enquanto ele ainda está dentro da barriga da mãe.

Quem nunca vivenciou ou presenciou esse momento de intimidade entre pais e filho?

Neste singelo e, muitas vezes, despretensioso, gesto de carinho com o bebê, que irá nascer, estamos estreitando vínculo, transmitimos bem-estar e segurança a ele.

E se esta já é uma ótima constatação, imagem se pensarmos que também podemos contribuir para o desenvolvimento psíquico da criança, através do que ela ouve. Pois é, isso acontece e a psicoembriologia explica!

Confesso que eu desconhecia essa ciência. E talvez viveria por muito tempo desavisada, se eu não tivesse o  prazer de conhecer a mãe e psicoembrióloga Bruna Araújo, que me apresentou esse outro universo. E, claro, que eu não deixaria de dividir com vocês!

A psicoembriologia, para quem mais não conhece, é um braço da psicanálise e está longe de ser uma novidade. Foi criada pelo professor e psicanalista Wilson Ribeiro por volta de 1960. Tudo começou por causa de uma necessidade do psicanalista, que o incomodava. Ele desejava reparar sua culpa pelas queixas de sua mãe, por conta de complicações durante o trabalho de parto, que acarretou em muitas dores.

Os estudos do psicanalista resultaram nesse modelo de terapia, a psicoembriologia, que tem como principal objetivo prevenir traumas desde o início da formação do feto. É isso mesmo!

Na psicoembriologia se descobriu, que desde a concepção, o feto possui um psiquismo próprio, capaz de acumular informações e experiências que terão um impacto importante na vida da criança. Diante dessa constatação, foram desenvolvidas técnicas para  intervenções positivas no bebê, trabalhando nele questões emocional e psíquica . Para isso, as gestantes são treinadas a “explicar” suas emoções ao bebê, uma vez que ela sabe o que sente e o porque sente, mas o bebê não sabe administrar isso. Irá aprender! O que será muito importante para o seu desenvolvimento e para que seja uma criança sadia psiquicamente e fisicamente.

“Fazemos o acompanhamento psiquico do feto, estimulando a mãe e também o pai a conversarem com o bebê. Um ponto importante nesta terapia de gestação dirigida é "esclarecer" ao bebê que as emoções dos pais não são de responsabilidade dele, atenuando, desta forma, medos e angustias que ele possa vir a ter após o nascimento ", exemplifica Bruna. "O feto é um ser individualizado, deve ser auxiliado como tal, com vida emocional própria. Permitir ao bebê, ainda no útero, um entendimento real de tudo o que acontece contribuirá para que a criança possa fazer suas escolhas", explica. 

Resumidamente, na terapia de gestação dirigida, trabalha-se a valorização da vida desde a fecundação, com técnicas próprias, voltadas para a maternidade e de amparo à criança, também orienta a futura mamãe a conduzir com segurança e conforto todas as fases da gestação: pré, peri e pós-natal.


Os profissionais dessa área atendem em consultórios. Alguns também via vídeo conferência . Durante o processo são aplicadas as técnicas de visualização criativa para relaxamento e contato com o bebê. Porém, a mamãe, desde o momento que descobre estar grávida, pode e deve conversar com o seu bebê.  

A terapia não tem nenhuma contraindicação e é destinada a casais que pretendem engravidar, gestantes e crianças de 0 a 3 anos.


Os casais vão encontrar
:



 - Orientação - educação se inicia na fecundação;

- Limpeza intra-uterina;

- Parto livre de dores;

- Amamentação;

- Técnicas de relaxamento, exercícios respiratórios e musicoterapia.


Para as gestantes:



- Orientação a futura mamãe para conduzir a gestação com segurança e conforto, de forma saudável física e psiquicamente;

- Assessora as mudanças físicas e psíquicas na qual a gestante terá de lidar;

- Parto livre de dores;

- Amamentação;

- Prática de comunicação verbal, mental e tátil com a vida intra-uterina;

- Técnicas de relaxamento, exercícios respiratórios e musicoterapia.


E para as crianças?



- Terapia individual com brincadeiras lúdicas;

- Prática da comunicação entre a criança x família “comunicação ativa”;

- Renascimento;

- Amamentação e Desmame;

- Chupeta;

- Desfralde;

- Técnicas e exercícios para o melhor desenvolvimento da criança, como: motor e fala.

- Musicoterapia

- Shantala


Para contato com a psicoembrióloga, Bruna Araújo: psico.brunaaraujo@gmail.com

Espero que tenham gostado!

Beijos, Tati Rodrigues


Maternar e trabalhar: buscando a fórmula dos sonhos



Desde que me tornei mãe, trabalhar passou a ser um desafio. Aquela regrinha, de que os assuntos pessoais precisam ser deixados em casa, ficou ainda mais difícil de administrar e me exigiu ainda mais disciplina, principalmente, quando o trabalho é feito de casa, como o meu, e os assuntos pessoais estão quase sempre ligados aos filhos.

Resolvi transferir o meu trabalho, como assessora de imprensa, para casa, em 2007. Essa foi a opção mais razoável que encontrei, naquela época, para continuar fazendo o que eu gostava, mesmo que ganhando bem menos, no começo, e preservar a minha sanidade rs, otimizar meu tempo e tantas outras coisas que o trabalho fora de casa estava me roubando.

Passados um ano e pouco da minha decisão, engravidei, pela primeira vez, e veio a nossa Aline. Mais do que nunca o trabalho home office, veio a calhar, e eu tinha ainda mais certeza da minha escolha, já que, não me imaginava mais longe daquela fofura de bebê. 



Minha assistente de trabalho

Não vou dizer que trabalhar de casa é o negócio dos sonhos. Toda escolha tem ônus e bônus. Se estar mais perto da minha filha, da minha família e na minha casa, gerindo melhor o meu tempo, abraçando somente os trabalhos que meus braços podiam dar conta, não ter que enfrentar todos os dias o trânsito... eram os principais bônus, olhando esse mesmo cenário, por outro ângulo, eu pude ver, muitas vezes, o caos se formar. Imaginem: trabalho a todo vapor, maternidade a todo vapor, tudo junto e misturado, sob o mesmo teto, era preciso muito jogo de cintura.


Revezando a bancada

Naquele momento de vida, eu tentava quase todos os dias uma fórmula diferente para conciliar e dar conta de todas aquelas realizações: maternidade, trabalho, casamento e casa. E, no meu ponto de vista, deu certo, uns dias mais do que outros, claro.


Meus pais ajudaram muito, meu marido e eu, nessa época. Aliás, se não fosse pelo o apoio deles, bem provável que eu não conseguisse me manter firme da minha decisão de trabalhar home office. Era inevitável recorrermos a eles para nos ajudar com a Aline durante a semana. Só assim para eu conseguir participar de reuniões, viagens, eventos e tantos outros compromissos que não davam para ser realizados virtualmente rs.  


Indo ou voltando de alguma viagem a trabalho
Em Vitória...início da gravidez do Pedro

Em 2014, tivemos o nosso Pedro. E eu, muito otimista que sou, não achei que as coisas ficariam muito diferentes do que eram e que já estávamos acostumados, em relação, principalmente, a tempo para maternidade e trabalho. Afinal, eu já sabia como era maternar e trabalhar “ao mesmo tempo”. Humm, caras amigas,... mero engano.
Estava lá eu, aprendendo novamente, fazendo tudo diferente, me superando, me frustrando, alguns dias enlouquecendo, e na maioria deles amando aquela nossa nova fase da vida.


Privilégio: acompanhar intensamente a vida dos meus filhos


Com os meus dois pequenos, já não dava conta do trabalho com a “facilidade” que dava antes, mal estava dando conta dos dois, como eu me exigia. Eu passava os dias tentando atender a necessidade de um e de outro e dos dois ao mesmo tempo. Foi nesse momento que a minha relação com o trabalho ficou totalmente desequilibrada. E eu já não sabia se parava tudo, se tentava outra atividade, mais flexível, ou se ia empurrando com a barriga.

Mas, não fiquei em cima do muro por muito tempo.

A crise econômica, que se instalou no país, veio para me ajudar, acreditem! De certa forma, a crise fez por mim o que eu não tive coragem de fazer sozinha: pois fim aos meus grandes contratos de trabalho e eu pude me voltar, integralmente, para a maternidade.


Não foi uma situação muito confortável, admito. Apesar da maternidade ser a melhor coisa que me aconteceu na vida (costumo dizer que, se tem algo que eu tenho certeza sobre mim é que eu nasci para ser mãe), quando as circunstâncias tomam a decisão por nós, é natural nos sentirmos reféns dela. De toda forma, foi o melhor que me aconteceu naquele ano. 

Claro, que essa consciência, a gente nunca tem quando está vivendo o que acredita ser um problema. Perder praticamente todo o trabalho, o faturamento, com uma família maior, sempre preocupa. Mas foi um período onde pude buscar o autoconhecimento sob vários pontos de vista, me dedicar mais às crianças, ao meu marido, criei esse blog (que era um desejo pessoal antigo e jamais na rotina que eu levava conseguiria fazer), enfim, canalizei minha energia para todas as outras coisas que eu também gostava e tinha a necessidade de realizar.


Conhecendo mais sobre o meu papel no mundo

No entanto, o tempo foi passando e a falta de novidadess em relação ao trabalho começou a me preocupar, tanto em relação a me manter atualizada na minha profissão, como na questão financeira.

Voltei a prospectar em 2016. Mas a crise econômica, ainda protagonizando, e a minha falta de tempo ou de organização, ou as duas coisas, não me trouxeram os resultados que eu esperava.

Comecei esse ano com esse cenário, de tentativas, de retomadas frustradas, mas disposta a mudar essa energia. Cheguei a pensar em abandonar a ideia de assessoria, de vez, e partir para algo totalmente novo. Mas o quê?

Os dias foram passando e eu estava muito  positiva, contatando, prospectando e pedindo ao Universo uma luz ou melhor, um trabalho (naquele formato que atendia as minhas necessidades de mãe e profissional).

E não é que fui atendida?

Com amigos, conhecendo e aprendendo sobre um novo negócio

Durante um fim de semana, em Ibiúna, recebi um telefonema, da minha amiga e terapeuta holística, me convidando para uma apresentação de negócios de uma grande empresa. Nossa, vibrei! Nem havia entendido direito do que se tratava, mas depois de tanto tempo sem novidade, aquela possibilidade de uma oportunidade, me animou.

Voltando a São Paulo, consegui que ela me encaixasse numa apresentação! Fui, assisti, e fiquei encantada!

Era como se todos os meus pedidos estivessem juntos naquela proposta de negócios que aquela empresa estava me apresentando.

Mesmo depois de finalizada a apresentação, minha cabeça ainda estava naquela proposta, na possibilidade de transformação de vida que ela poderia trazer para minha família, na possibilidade de resgatar e realizar sonhos, que vivem como sonhos, esperando "as coisas melhorarem". Não via a hora de chegar em casa e contar ao meu marido.

Enfim, abraçamos aquela oportunidade de sermos empreendedores, com o respaldo de uma grande marca. Além de representar uma renda extra, podendo vir ser a principal, não precisaríamos abrir mão das nossas atividades atuais. Apesar dos serviços em assessoria de imprensa seguirem ainda cambaleando, eu não havia me convencido de que o melhor seria desistir. E como uma boa libriana, não precisar decidir entre uma coisa ou outra, já é o melhor dos mundos rs.

Já são cinco meses nessa nova atividade e posso dizer que tem sido um feliz desafio.

Precisou acontecer tudo o que aconteceu para que eu pudesse conhecer uma empresa séria e bem conceituada, comprometida com pessoas comprometidas, um programa de empreendedorismo diferenciado, que me possibilita continuar trabalhando perto dos meus filhos, fazendo o que já fazia, que possibilita pessoas comuns, mas com atitudes positivas e proativas, terem resultados muito bons.

Novamente, não posso afirmar que esse seja o negócio dos sonhos de uma mãe e profissional, mas, algo me diz, tem tudo para ser...estou num processo de construção, mas confiante. Posso dizer que já está valendo muito a pena pela nova experiência, pelo aprendizado, pela energia boa que trouxe para minha família e pelo sopro forte no ânimo.

Tenho certeza que, assim como eu, muitas mamães, vivem na corda bamba, buscando uma alternativa para conciliar a maternidade e um trabalho bem sucedido.


E se eu tivesse que dar um conselho, diria para estarem abertas às novidades, se permitirem a ouvir os outros e a si mesma, conhecer coisas novas, se relacionar... Às vezes a oportunidade pode estar onde a gente menos imagina, vir de quem a gente menos espera e assim como eu, vocês também podem se surpreender com algo que se encaixe para sua realidade, às suas necessidades. E claro, divida seu desejo com o Universo. Peça, com amor, com vontade, que ele atende!


Sucesso a todas nós!

Bora pular carnaval no shopping?


Os shoppings estão cheios de programações para este carnaval! Em alguns, as atividades temáticas já estão virando tradição! Mas, para muitos papais e mamães essa é ainda uma grande novidade do carnaval! Então, bora conferir?




Alguns deles, são:

Shopping Plaza Sul organiza o Bailinho de Carnaval, que acontece todos os dias entre sábado e a terça-feira. O evento contará com uma banda que tocará marchinhas. Também haverá desfile de fantasias infantis e pintura de rosto.

No West Plaza, se você ainda não tiver fantasia para pular nos blocos, poderá aproveitar as oficinas de costura e acessórios carnavalescos. Em parceria com a escola de moda Sigbol, as aulas ensinam a confeccionar tiaras de sereia e gravatas com cartas de baralho. A última edição será amanhã, dia 25! Para participar da oficina, com três horas de duração, é preciso levar os materiais.

Já para quem quer brincar no Mooca Plaza, as festas serão nos dias 27 e 28 (segunda e terça-feira de carnaval), das 15h às 19h. Os foliões-mirins poderão pular ao som de marchinhas e se divertir com brincadeiras acompanhados de monitores. Para completar a alegria da criançada será entregue o "kit folia" com confetes e serpentina.

No Central Plaza, a garotada poderá curtir o Folia Kids ao som de um DJ que trará um repertório infantil, além das tradicionais marchinhas carnavalescas e samba. A programação especial começa às 14h e só acaba às 20h.No espaço as crianças serão recebidas por monitores caracterizados que entregarão brindes e promoverão a diversão e alegria dos pequenos. Os baixinhos poderão ir fantasiados ou então poderão optar por fazer uma maquiagem artística e caprichar no visual!

Também entrou no clima, o Parque da Mônica, localizado no Shopping SP Market. Nos dias 25, 26, 27 e 28, além de todas as atrações, as famílias poderão curtir uma programação especial com direito a bloquinho de carnaval, desfile de fantasias e matinê carnavalesca.

Tudo começa com a Turma abrindo a programação do dia com o Bloquinho do Parque da Mônica, onde os principais personagens: Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão vão animar as crianças com  marchinhas em um desfile muito especial com duração de trinta minutos. Serão duas edições por dia, das 13h30 às 14h e das 17h30 às 18h.

Haverá ainda o Desfile de Fantasias, às 16h10, tammbém com a participação da Turma da Mônica e claro, dos pequenos, que poderão mostrar suas produções no Palco Principal. Ao final do dia, toda a família poderá cair na folia na Matinê do Parque da Mônica, com banda ao vivo.


Serviço:
Pátio Higienópolis - vão cetral. Av Higienópolis, 618, Higienópolis, tel. 3823-2300.


Shopping West Plaza - 2º piso - bloco B. Av. Francisco Matarazzo, Água Branca, tel. 3677-4000.  A partir de 9 anos. Inscrições no local ou p/ 5904-6461. Estac. a partir de R$ 10.

Mooca Plaza Shopping - piso L1. R. Capitão Pacheco e Chaves, 313, Mooca, tel. 3548-4502. Seg. (27) e ter. (28): 15h às 17h. Livre. Estac. a partir de R$ 8.

Central Plaza Shopping - Av. Dr. Francisco Mesquita, 1000 - São Paulo, SP (11) 2066-4422 - Praça de Eventos. Livre. Gratuito. Estac. Gratuito

Shopping SP Market Av. Das Nações Unidas, 22.540 - Socorro - Parque da Mônica. Consultar passaportes no site


 

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