Quem quer brinquedooo?




Papais e mamães, estou com novidades e vou compartilhar aqui no "Eu quero!" do "Mãe pensa em tudo"!

A primeira novidade é que estou fazendo comprinhas "lá fora" pra gente! A segunda é que entre os produtos estão aqueles que as crianças só faltam nos enlouquecer para comprarmos: brinquedos!

Como minha principal referência são meus filhos e os seus amiguinhos, essa primeira compra foi da estrelinha da vez: boneca LOL, ou melhor, Big LOL, como ficou conhecida.

Já há alguns meses que a LOL está super em alta entre os brinquedos mais requisitados pelas crianças. Mas se chegou por aqui fazendo sucesso entre as meninas, por outro lado o valor da brincadeira tem deixado os pais de cabelo em pé e na maior saia justa.

Aqui no Brasil, pasmem, a LOL Big Surprise é encontrada por até mais de mil reais! Não tem como não achar caro, não é mesmo? Não que lá fora ela também não seja, mas nada comparado aos preços praticados aqui.

Sendo assim, trouxe dos E.U.A algumas unidades de LOL Big Surprise para venda a um preço mais em conta. Mal chegaram e já foram muito bem recebidas. Tanto que algumas já ganharam novo endereço e  estão fazendo a alegria das meninas, que foram presenteadas com as bonequinhas tão desejadas e todos os seus mini "milhares" de acessórios, que são encontrados dentro da bola. São 50 surpresas diferentes!

Agora, comigo, somente 3 a pronta-entrega! Então, se essa oportunidade te interessou também, acesse a minha loja no Mercado Livre, clicando aqui.

O foco das compras não será somente brinquedos, neste caso, como é, trouxe para vocês conferirem. Por isso, sugestões são muito bem-vindas e vão me ajudar na escolha dos itens das próximas compras.

Beijo!


Workshop gratuito para gestantes - Psicoembriologia


Dividi com vocês a um tempo atrás, aqui no blog, um assunto que, pelo menos para mim, era uma novidade: a psicoembriologia!

Recordando um pouco ... a psicoembriologia é uma técnica da psicanálise onde a gestante é orientada a como falar com o bebê sobre suas emoções, uma vez que ela sabe o que sente e o porque sente, mas o bebê não sabe como administrar esse turbilhão de emoções que chega para ele.

E essa conversa, direcionada por um profissional, de futuras mamães com o seu bebê e também de papais que desejam essa interação, vai além do estreitamento de vínculos entre pais e filho, pode prevenir traumas desde o início da formação do feto e, consequentemente, contribuir para um desenvolvimento psíquico saudável da criança. E foi isso que me chamou a atenção e de tantas outras pessoas, que me procuraram depois do post para comentar e para elogiar a abordagem do tema aqui no "Mãe pensa em tudo".

Por isso, se você, assim como eu, gostou muito do assunto e ficou com aquele gostinho de quero saber mais, agora terá uma grande oportunidade, inclusive de conversar pessoalmente com a Bruna Araújo, mamãe e psicoembrióloga, que nos presenteou com tantas informações sobre a psicoembriologia naquela época e que voltou agora com mais novidades em relação ao assunto. Dessa vez, promoverá em parceria com a BCU - Banco de Cordão Umbilical e a Plus Cell um workshop para gestantes. E todas estão convidadas a participar! Legal, né? Então, anotem aí:



Workshop para gestantes

Psicoembriologia - saiba sobre a importância da terapia e seus benefícios.

Data: 19 de maio, próximo sábado

Horário: das 11h às 16h

Local: Rua Dr.Zuquim, 798 - Santana - 02035-021 - São Paulo/SP

Evento gratuito

Faça sua Inscrição pelo  e-mail: bcubrasil@bcubrasil.com.br ou pelo telefone
(11) 2950-0138 ou pelo whatsapp: (11) 94997-4991.





Psicoembriologia: converse com seu bebê no útero



Não é de hoje que sabemos que há bons motivos para conversar com o bebê, enquanto ele ainda está dentro da barriga da mãe.

Quem nunca vivenciou ou presenciou esse momento de intimidade entre pais e filho?

Neste singelo e, muitas vezes, despretensioso, gesto de carinho com o bebê, que irá nascer, estamos estreitando vínculo, transmitimos bem-estar e segurança a ele.

E se esta já é uma ótima constatação, imagem se pensarmos que também podemos contribuir para o desenvolvimento psíquico da criança, através do que ela ouve. Pois é, isso acontece e a psicoembriologia explica!

Confesso que eu desconhecia essa ciência. E talvez viveria por muito tempo desavisada, se eu não tivesse o  prazer de conhecer a mãe e psicoembrióloga Bruna Araújo, que me apresentou esse outro universo. E, claro, que eu não deixaria de dividir com vocês!

A psicoembriologia, para quem mais não conhece, é um braço da psicanálise e está longe de ser uma novidade. Foi criada pelo professor e psicanalista Wilson Ribeiro por volta de 1960. Tudo começou por causa de uma necessidade do psicanalista, que o incomodava. Ele desejava reparar sua culpa pelas queixas de sua mãe, por conta de complicações durante o trabalho de parto, que acarretou em muitas dores.

Os estudos do psicanalista resultaram nesse modelo de terapia, a psicoembriologia, que tem como principal objetivo prevenir traumas desde o início da formação do feto. É isso mesmo!

Na psicoembriologia se descobriu, que desde a concepção, o feto possui um psiquismo próprio, capaz de acumular informações e experiências que terão um impacto importante na vida da criança. Diante dessa constatação, foram desenvolvidas técnicas para  intervenções positivas no bebê, trabalhando nele questões emocional e psíquica . Para isso, as gestantes são treinadas a “explicar” suas emoções ao bebê, uma vez que ela sabe o que sente e o porque sente, mas o bebê não sabe administrar isso. Irá aprender! O que será muito importante para o seu desenvolvimento e para que seja uma criança sadia psiquicamente e fisicamente.

“Fazemos o acompanhamento psiquico do feto, estimulando a mãe e também o pai a conversarem com o bebê. Um ponto importante nesta terapia de gestação dirigida é "esclarecer" ao bebê que as emoções dos pais não são de responsabilidade dele, atenuando, desta forma, medos e angustias que ele possa vir a ter após o nascimento ", exemplifica Bruna. "O feto é um ser individualizado, deve ser auxiliado como tal, com vida emocional própria. Permitir ao bebê, ainda no útero, um entendimento real de tudo o que acontece contribuirá para que a criança possa fazer suas escolhas", explica. 

Resumidamente, na terapia de gestação dirigida, trabalha-se a valorização da vida desde a fecundação, com técnicas próprias, voltadas para a maternidade e de amparo à criança, também orienta a futura mamãe a conduzir com segurança e conforto todas as fases da gestação: pré, peri e pós-natal.


Os profissionais dessa área atendem em consultórios. Alguns também via vídeo conferência . Durante o processo são aplicadas as técnicas de visualização criativa para relaxamento e contato com o bebê. Porém, a mamãe, desde o momento que descobre estar grávida, pode e deve conversar com o seu bebê.  

A terapia não tem nenhuma contraindicação e é destinada a casais que pretendem engravidar, gestantes e crianças de 0 a 3 anos.


Os casais vão encontrar
:



 - Orientação - educação se inicia na fecundação;

- Limpeza intra-uterina;

- Parto livre de dores;

- Amamentação;

- Técnicas de relaxamento, exercícios respiratórios e musicoterapia.


Para as gestantes:



- Orientação a futura mamãe para conduzir a gestação com segurança e conforto, de forma saudável física e psiquicamente;

- Assessora as mudanças físicas e psíquicas na qual a gestante terá de lidar;

- Parto livre de dores;

- Amamentação;

- Prática de comunicação verbal, mental e tátil com a vida intra-uterina;

- Técnicas de relaxamento, exercícios respiratórios e musicoterapia.


E para as crianças?



- Terapia individual com brincadeiras lúdicas;

- Prática da comunicação entre a criança x família “comunicação ativa”;

- Renascimento;

- Amamentação e Desmame;

- Chupeta;

- Desfralde;

- Técnicas e exercícios para o melhor desenvolvimento da criança, como: motor e fala.

- Musicoterapia

- Shantala


Para contato com a psicoembrióloga, Bruna Araújo: psico.brunaaraujo@gmail.com

Espero que tenham gostado!

Beijos, Tati Rodrigues


Maternar e trabalhar: buscando a fórmula dos sonhos



Desde que me tornei mãe, trabalhar passou a ser um desafio. Aquela regrinha, de que os assuntos pessoais precisam ser deixados em casa, ficou ainda mais difícil de administrar e me exigiu ainda mais disciplina, principalmente, quando o trabalho é feito de casa, como o meu, e os assuntos pessoais estão quase sempre ligados aos filhos.

Resolvi transferir o meu trabalho, como assessora de imprensa, para casa, em 2007. Essa foi a opção mais razoável que encontrei, naquela época, para continuar fazendo o que eu gostava, mesmo que ganhando bem menos, no começo, e preservar a minha sanidade rs, otimizar meu tempo e tantas outras coisas que o trabalho fora de casa estava me roubando.

Passados um ano e pouco da minha decisão, engravidei, pela primeira vez, e veio a nossa Aline. Mais do que nunca o trabalho home office, veio a calhar, e eu tinha ainda mais certeza da minha escolha, já que, não me imaginava mais longe daquela fofura de bebê. 



Minha assistente de trabalho

Não vou dizer que trabalhar de casa é o negócio dos sonhos. Toda escolha tem ônus e bônus. Se estar mais perto da minha filha, da minha família e na minha casa, gerindo melhor o meu tempo, abraçando somente os trabalhos que meus braços podiam dar conta, não ter que enfrentar todos os dias o trânsito... eram os principais bônus, olhando esse mesmo cenário, por outro ângulo, eu pude ver, muitas vezes, o caos se formar. Imaginem: trabalho a todo vapor, maternidade a todo vapor, tudo junto e misturado, sob o mesmo teto, era preciso muito jogo de cintura.


Revezando a bancada

Naquele momento de vida, eu tentava quase todos os dias uma fórmula diferente para conciliar e dar conta de todas aquelas realizações: maternidade, trabalho, casamento e casa. E, no meu ponto de vista, deu certo, uns dias mais do que outros, claro.


Meus pais ajudaram muito, meu marido e eu, nessa época. Aliás, se não fosse pelo o apoio deles, bem provável que eu não conseguisse me manter firme da minha decisão de trabalhar home office. Era inevitável recorrermos a eles para nos ajudar com a Aline durante a semana. Só assim para eu conseguir participar de reuniões, viagens, eventos e tantos outros compromissos que não davam para ser realizados virtualmente rs.  


Indo ou voltando de alguma viagem a trabalho
Em Vitória...início da gravidez do Pedro

Em 2014, tivemos o nosso Pedro. E eu, muito otimista que sou, não achei que as coisas ficariam muito diferentes do que eram e que já estávamos acostumados, em relação, principalmente, a tempo para maternidade e trabalho. Afinal, eu já sabia como era maternar e trabalhar “ao mesmo tempo”. Humm, caras amigas,... mero engano.
Estava lá eu, aprendendo novamente, fazendo tudo diferente, me superando, me frustrando, alguns dias enlouquecendo, e na maioria deles amando aquela nossa nova fase da vida.


Privilégio: acompanhar intensamente a vida dos meus filhos


Com os meus dois pequenos, já não dava conta do trabalho com a “facilidade” que dava antes, mal estava dando conta dos dois, como eu me exigia. Eu passava os dias tentando atender a necessidade de um e de outro e dos dois ao mesmo tempo. Foi nesse momento que a minha relação com o trabalho ficou totalmente desequilibrada. E eu já não sabia se parava tudo, se tentava outra atividade, mais flexível, ou se ia empurrando com a barriga.

Mas, não fiquei em cima do muro por muito tempo.

A crise econômica, que se instalou no país, veio para me ajudar, acreditem! De certa forma, a crise fez por mim o que eu não tive coragem de fazer sozinha: pois fim aos meus grandes contratos de trabalho e eu pude me voltar, integralmente, para a maternidade.


Não foi uma situação muito confortável, admito. Apesar da maternidade ser a melhor coisa que me aconteceu na vida (costumo dizer que, se tem algo que eu tenho certeza sobre mim é que eu nasci para ser mãe), quando as circunstâncias tomam a decisão por nós, é natural nos sentirmos reféns dela. De toda forma, foi o melhor que me aconteceu naquele ano. 

Claro, que essa consciência, a gente nunca tem quando está vivendo o que acredita ser um problema. Perder praticamente todo o trabalho, o faturamento, com uma família maior, sempre preocupa. Mas foi um período onde pude buscar o autoconhecimento sob vários pontos de vista, me dedicar mais às crianças, ao meu marido, criei esse blog (que era um desejo pessoal antigo e jamais na rotina que eu levava conseguiria fazer), enfim, canalizei minha energia para todas as outras coisas que eu também gostava e tinha a necessidade de realizar.


Conhecendo mais sobre o meu papel no mundo

No entanto, o tempo foi passando e a falta de novidadess em relação ao trabalho começou a me preocupar, tanto em relação a me manter atualizada na minha profissão, como na questão financeira.

Voltei a prospectar em 2016. Mas a crise econômica, ainda protagonizando, e a minha falta de tempo ou de organização, ou as duas coisas, não me trouxeram os resultados que eu esperava.

Comecei esse ano com esse cenário, de tentativas, de retomadas frustradas, mas disposta a mudar essa energia. Cheguei a pensar em abandonar a ideia de assessoria, de vez, e partir para algo totalmente novo. Mas o quê?

Os dias foram passando e eu estava muito  positiva, contatando, prospectando e pedindo ao Universo uma luz ou melhor, um trabalho (naquele formato que atendia as minhas necessidades de mãe e profissional).

E não é que fui atendida?

Com amigos, conhecendo e aprendendo sobre um novo negócio

Durante um fim de semana, em Ibiúna, recebi um telefonema, da minha amiga e terapeuta holística, me convidando para uma apresentação de negócios de uma grande empresa. Nossa, vibrei! Nem havia entendido direito do que se tratava, mas depois de tanto tempo sem novidade, aquela possibilidade de uma oportunidade, me animou.

Voltando a São Paulo, consegui que ela me encaixasse numa apresentação! Fui, assisti, e fiquei encantada!

Era como se todos os meus pedidos estivessem juntos naquela proposta de negócios que aquela empresa estava me apresentando.

Mesmo depois de finalizada a apresentação, minha cabeça ainda estava naquela proposta, na possibilidade de transformação de vida que ela poderia trazer para minha família, na possibilidade de resgatar e realizar sonhos, que vivem como sonhos, esperando "as coisas melhorarem". Não via a hora de chegar em casa e contar ao meu marido.

Enfim, abraçamos aquela oportunidade de sermos empreendedores, com o respaldo de uma grande marca. Além de representar uma renda extra, podendo vir ser a principal, não precisaríamos abrir mão das nossas atividades atuais. Apesar dos serviços em assessoria de imprensa seguirem ainda cambaleando, eu não havia me convencido de que o melhor seria desistir. E como uma boa libriana, não precisar decidir entre uma coisa ou outra, já é o melhor dos mundos rs.

Já são cinco meses nessa nova atividade e posso dizer que tem sido um feliz desafio.

Precisou acontecer tudo o que aconteceu para que eu pudesse conhecer uma empresa séria e bem conceituada, comprometida com pessoas comprometidas, um programa de empreendedorismo diferenciado, que me possibilita continuar trabalhando perto dos meus filhos, fazendo o que já fazia, que possibilita pessoas comuns, mas com atitudes positivas e proativas, terem resultados muito bons.

Novamente, não posso afirmar que esse seja o negócio dos sonhos de uma mãe e profissional, mas, algo me diz, tem tudo para ser...estou num processo de construção, mas confiante. Posso dizer que já está valendo muito a pena pela nova experiência, pelo aprendizado, pela energia boa que trouxe para minha família e pelo sopro forte no ânimo.

Tenho certeza que, assim como eu, muitas mamães, vivem na corda bamba, buscando uma alternativa para conciliar a maternidade e um trabalho bem sucedido.


E se eu tivesse que dar um conselho, diria para estarem abertas às novidades, se permitirem a ouvir os outros e a si mesma, conhecer coisas novas, se relacionar... Às vezes a oportunidade pode estar onde a gente menos imagina, vir de quem a gente menos espera e assim como eu, vocês também podem se surpreender com algo que se encaixe para sua realidade, às suas necessidades. E claro, divida seu desejo com o Universo. Peça, com amor, com vontade, que ele atende!


Sucesso a todas nós!

Bora pular carnaval no shopping?


Os shoppings estão cheios de programações para este carnaval! Em alguns, as atividades temáticas já estão virando tradição! Mas, para muitos papais e mamães essa é ainda uma grande novidade do carnaval! Então, bora conferir?




Alguns deles, são:

Shopping Plaza Sul organiza o Bailinho de Carnaval, que acontece todos os dias entre sábado e a terça-feira. O evento contará com uma banda que tocará marchinhas. Também haverá desfile de fantasias infantis e pintura de rosto.

No West Plaza, se você ainda não tiver fantasia para pular nos blocos, poderá aproveitar as oficinas de costura e acessórios carnavalescos. Em parceria com a escola de moda Sigbol, as aulas ensinam a confeccionar tiaras de sereia e gravatas com cartas de baralho. A última edição será amanhã, dia 25! Para participar da oficina, com três horas de duração, é preciso levar os materiais.

Já para quem quer brincar no Mooca Plaza, as festas serão nos dias 27 e 28 (segunda e terça-feira de carnaval), das 15h às 19h. Os foliões-mirins poderão pular ao som de marchinhas e se divertir com brincadeiras acompanhados de monitores. Para completar a alegria da criançada será entregue o "kit folia" com confetes e serpentina.

No Central Plaza, a garotada poderá curtir o Folia Kids ao som de um DJ que trará um repertório infantil, além das tradicionais marchinhas carnavalescas e samba. A programação especial começa às 14h e só acaba às 20h.No espaço as crianças serão recebidas por monitores caracterizados que entregarão brindes e promoverão a diversão e alegria dos pequenos. Os baixinhos poderão ir fantasiados ou então poderão optar por fazer uma maquiagem artística e caprichar no visual!

Também entrou no clima, o Parque da Mônica, localizado no Shopping SP Market. Nos dias 25, 26, 27 e 28, além de todas as atrações, as famílias poderão curtir uma programação especial com direito a bloquinho de carnaval, desfile de fantasias e matinê carnavalesca.

Tudo começa com a Turma abrindo a programação do dia com o Bloquinho do Parque da Mônica, onde os principais personagens: Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão vão animar as crianças com  marchinhas em um desfile muito especial com duração de trinta minutos. Serão duas edições por dia, das 13h30 às 14h e das 17h30 às 18h.

Haverá ainda o Desfile de Fantasias, às 16h10, tammbém com a participação da Turma da Mônica e claro, dos pequenos, que poderão mostrar suas produções no Palco Principal. Ao final do dia, toda a família poderá cair na folia na Matinê do Parque da Mônica, com banda ao vivo.


Serviço:
Pátio Higienópolis - vão cetral. Av Higienópolis, 618, Higienópolis, tel. 3823-2300.


Shopping West Plaza - 2º piso - bloco B. Av. Francisco Matarazzo, Água Branca, tel. 3677-4000.  A partir de 9 anos. Inscrições no local ou p/ 5904-6461. Estac. a partir de R$ 10.

Mooca Plaza Shopping - piso L1. R. Capitão Pacheco e Chaves, 313, Mooca, tel. 3548-4502. Seg. (27) e ter. (28): 15h às 17h. Livre. Estac. a partir de R$ 8.

Central Plaza Shopping - Av. Dr. Francisco Mesquita, 1000 - São Paulo, SP (11) 2066-4422 - Praça de Eventos. Livre. Gratuito. Estac. Gratuito

Shopping SP Market Av. Das Nações Unidas, 22.540 - Socorro - Parque da Mônica. Consultar passaportes no site


Economize na compra de livros e uniformes para as crianças



As aulas já voltaram, mas eu quero dividir algumas dicas com vocês, que foram muito bem-vindas aqui em casa... se não der tempo de ajudar as mamães e papais que ainda estão finalizando as compras do material escolar dos filhotes, me perdoem, mas não deixem de guardar essas dicas para usar em outras ocasiões que podem surgir ainda durante o ano.

Em escolas particulares, principalmente, é comum pedirem livros paradidáticos por trimestre, por semestres... As dicas podem ser úteis também na compra de uniformes. Bem sabemos, que nem sempre a criança consegue terminar o ano com o mesmo kit de uniforme que começou, seja porque cresceu, seja porque os sinais, de que se divertiram muito, já começam a ficar evidentes nos joelhos esfolados das calças ou na aquarela que divide espaço com o logo da escola na camiseta rs.

Seja pelo motivo que for, vale sair do piloto automático de sair comprando e investir um pouquinho de tempo no bate papo com as mães amigas. Este ano consegui uma boa economia, tentando agir diferente e ouvindo o conselho e dicas de outras mães.

Então, vamos às atitudes simples e solidárias que fizeram toda a diferença aqui e que podem fazer a diferença pra vocês também:

1. Comece expondo o que você precisa para o seu grupo de relacionamento. Dele surgem as primeiras soluções ou indicações!

2. Converse, entre em contato com outras mães, principalmente, as que estão com os filhos em anos mais avançados no colégio. Elas podem ter exatamente o que mais pesa financeiramente na lista de material (livros didáticos ou paradidáticos). E estarem dispostas a emprestar, vender por um preço bem mais razoável ou mesmo doar aquilo que o seu filho precisa. Elas se livram do velho e você economiza para adquirir outras coisas, como aqueles itens que não tem pra onde correr.

3. Procure participar de grupos em redes sociais formados por mamães e papais da escola do seu pequeno. Faço parte de dois deles: um da escola em geral e um da classe. Neles trocamos muitas informações, tiramos dúvidas, pedimos e damos opinião... e nesta questão dos materiais, mochilas e uniformes são excelentes, sempre tem quem quer doar ou vender mais em conta. É algo tão bacana, que muita gente não sai às compras antes de consultar no grupo.

4. Os sebos são outra boa alternativa de compra. Existe muita coisa seminova, inteirinha, pronta para usar e melhor, a um preço acessível. Ouço bons comentários do Estante Virtual, desde a entregarem no prazo até o perfeito estado de conservação dos produtos. Vale dar uma passada lá!

5. Resumindo, o negócio é pesquisar, interagir e se comunicar. E nada de constrangimentos, afinal, está todo mundo no mesmo barco. E nos dias de hoje, não somente em relação à economia, mas também em relação a preocupação com o futuro do planeta, nada mais louvável que compartilhar, doar, emprestar e reciclar, não é mesmo?


Beijos

Tati

Passeio que não dá pra perder: Fazendinha Cia dos Bichos



 
Aline com ajuda do "tio Formiga", alimentando o filhote de sagui

Conhecemos um lugar pra lá de especial! Sabe aqueles passeios com as crianças, que mesmo antes de ter ido, você faz uma avaliação positiva, mas quando chega é surpreendido ao encontrar mais do que esperava? Pois é, tivemos esse imenso prazer!

Nosso destino foi a fazendinha, Cia dos Bichos, que fica em Cotia, SP. Nunca havíamos ouvido falar, até não começar a garimpar no Google lugares diferentes para realizar o aniversário das crianças (que será assunto, em breve, para outro post!).

Durante a busca, chegamos à Cia dos Bichos e nos apaixonamos, virtualmente mesmo...e nos apaixonamos ainda mais, quando fomos conferir de perto.

Pensem num cenário rural, bonito, organizado, limpo, que te toma pelo cheiro, cores, sons, texturas, informação, lendas e cultura, que reúne animais bem tratados e dóceis,  que serve boa comida e conta com gente boa.... Essa é a Cia dos Bichos, uma mini fazenda que dá a oportunidade a crianças e também aos crescidinhos de interagirem com a natureza por meio de tudo isso que acabei de contar.

Vários desses lindos livros são encontrados no cenário da fazendinha com informações sobre os animaizinhos que moram lá
Vó, no pilão!
 
Pedrinho, numa paradinha para descansar!
 
A vivência para nós e para as crianças foi tão gratificante que é difícil dizer do que gostamos mais. Se pergunto para a Aline de que animalzinho gostou mais. A resposta vem na lata: de todos. Se pergunto ao Pedro, ele dispara a citar vários bichinhos.

Não tinha como ser diferente. Lá eles puderam conviver com todos os bichos de perto. E quando digo, de perto, é de perto mesmo, do jeito que criança gosta e a gente se arrepia: fazendo carinho, abraçando e dando comida na boca dos animais, lá no meio deles, dentro do cercadinho que agrupa cada espécie, ou fora do cercado para aqueles bichos mais comportados, que passeavam livremente pela fazendinha.

Lá tem de tudo um pouco, ou muitos: cabras, ovelhas, coelhos, tartarugas, emas, saguis, porcos, patos, gansos, pavão, cavalos, vacas, galinhas, além do berçário do bichos, onde nos apaixonamos pelos filhotes!


O santo deles bateu de cara!
 

Fazendo amizade com as cabrinhas

 
Aline encontrou uma Peppa dócil e comportada


Apenas uma das dezenas de aves que encontramos por lá e essa ganhou colinho

As crianças ainda puderam andar a cavalo, de charrete, ordenhar a vaca e descansar no playground. Só mesmo num lugar assim, para o parquinho não roubar a cena.
 




 
 
E por falar em roubar a cena, também no bom sentido, além dos animais, têm outros protagonistas que fazem desse um passeio especial: são os monitores. Que equipe gentil, simpática, cuidadosa, informada e preparada. É possível sentir a entrega deles aos pequenos visitantes.

Já fomos a tantos lugares que são ótimos, mas que pecam pela recepção e monitoramento, que ficamos encantados com aqueles profissionais.

Eles passam tanta segurança para as crianças e os pais, que quando nos damos conta já não estamos mais falando aos pequenos para terem cuidado ou se afastarem dos bichos, mas vibrando a cada experiência incrível dos nossos filhotes com o deles! Quanto aprendizado.


Momento de carinho no jabuti e de distinção de machos e fêmeas. Aprenderam mais uma!
 
Tio Formiga, uma atração à parte
 

Pensem em monitores que fazem o que gostam...

A infraestrutura também não deixa em nada a desejar. A Cia dos Bichos conta com o Espaço Família, uma gracinha de lugar, aconchegante, ideal para os pais cuidarem dos pequenos: amamentar, trocar, colocar para dormir, enfim, supri em tudo as necessidades das crianças menorzinhas. Nos banheiros, também mostram a preocupação com as crianças com a instalação de lavados baixos. E no restaurante bom serviço, lugar agradável, com vista para a natureza e comida caseira e variada. Quem preferir, também pode realizar piqueniques.

 
O restaurante

Só deixa mesmo a desejar, a forma de pagamento, por não aceitarem cartão. Não por uma política do lugar, mas pelo fato do sinal ser bem ruim na região. Então, para evitar que ao final de um passeio incrível desses a gente passe raiva na saída porque o cartão "não passa", a melhor solução foi recusar. O que considero uma boa medida.
Os pagamentos podem ser feitos em dinheiro ou cheque. Se você for já sabendo disso, não terá aborrecimentos.
 


Serviço:
Cia dos Bichos – Granja Viana - Cotia
Endereço: Km25,5 da Rodovia Raposo Tavares
Atendimento: finais de semana e feriados (em dias de chuva, ligar antes para se informar sobre o funcionamento)
Ingresso: 50 reais (menores de 2 anos e maiores de 60 não pagam)
Para informações: 11 4703-3548

Pré-natal do homem: primeiro compromisso da paternidade


Engana-se quem pensa que pré-natal é reservado somente para as futuras mamães. Cada vez mais os homens têm demonstrado interesse em participar e vivenciar esse período que antecipa a chegada do bebê. Muitos ainda como acompanhantes, o que já é muito bacana, mas o que nem todos sabem é que o pré-natal pode ser deles também!

Se por um lado as gestantes vão a inúmeras consultas durante os nove meses de espera do filho para checar sua saúde e a do bebê, o pai pode estar ao seu lado fazendo o mesmo. Isso mesmo! Além de acompanhar a parceira e estar mais próximo do desenvolvimento do bebê, os futuros papais não devem descuidar da sua própria saúde, recomendam os médicos urologistas.

Existem alguns exames que são muito importantes para eles nesse período, principalmente, os relacionados a doenças transmitidas sexualmente que podem, quando passadas do pai para a mãe, chegar ao bebê, oferecendo riscos graves.

Entre os exames estão: sorologia para hepatite B e C, HIV e sífilis, além de exames de sangue para detectar presença ou não de diabetes, verificar níveis de colesterol e medição da pressão arterial.

Todos esses exames fazem parte do pré-natal do homem e são bem parecidos com os exames pedidos na fase pré-nupcial.

Apesar de ainda soar como novidade, o pré-natal do homem já faz parte da Política Nacional de Saúde do Homem do Ministério da Saúde e foi implantado em 2007 em Ribeirão Preto. Hoje já está presente em diversas cidades brasileiras.

Para completar, os paizões que desejam ainda mais envolvimento desde essa fase tão importante pro casal, que é a espera do bebê, vale conferir se na maternidade escolhida para o nascimento existe oficinas sobre cuidados básicos do bebê. Será mais uma oportunidade e tanto de viver boas experiências ao lado da esposa e criar um vínculo ainda mais forte.  Esses cursos geralmente oferecem poucas vagas por casal e são bastantes concorridos, por isso, não percam tempo, coram lá e vivam plenamente esse momento!

beijos

Tati Rodrigues

Vivendo e aprendendo com Dory e Piper


Levar os pequenos ao cinema gera mais expectativa para mamães e papais do que às crianças. Enquanto eles ficam ansiosos para ver na telona a personagem favorita ou a animação que os amiguinhos não param de comentar,  a gente fica pensando em todo o processo.

Quem nunca se pegou torcendo para o filho gostar do filme,  para ele aguentar até o final da sessão sem dormir ou pelo menos para não abrir aquele berrero e acabar com a diversão do restante da família?

Haja expectativa e sorte para conseguir um final feliz para todo mundo.

Talvez por isso vemos muitas famílias chegando bem na hora que o filme vai começar. A minha faz parte desse "movimento" rs.  O raciocínio, pelo menos aqui em casa, é: ganhar os longos minutos de trailer em filme e quem sabe assim contribuir para que as crianças assistam numa boa o longa, até o final.

A regra, normalmente é essa. E também, normalmente, dá certo.


Mas, fugir à regra e correr todos riscos, que já comentei, pode também ter suas vantagens.

Fomos assistir Procurando Dory e chegamos para a sessão um pouco antes do trailer terminar. Não era essa a ideia, mas o Pedro, meu menorzinho, depois de termos comprado os ingressos, viu o espaço de recreação do shopping, que fica próximo à bilheteria. Imaginem, não queria mais o cinema e sim os brinquedos, claro!


Fiquei sem opção. Ou entravámos todos, naquele momento, para a sessão ou perderíamos o filme, já que por nada nesse mundo eu iria conseguir convencê-lo a deixar os brinquedos.

Enfim, fomos lá tentar a sorte.

Mal entramos para a sessão e comecei a me arrepender de estar ali “tão cedo”. A inquietude do Pedro era tanta, que já me preparava para sair com ele rumo à sala de brinquedos, deixando a Aline com a titia e a vovó, quando... veio a surpresa. Piper!

Se você ainda não o conhece, vou fazer uma breve apresentação. Piper, primeiramente, é o nome do curta (que antecede o filme da peixinha Dory) e conta a história de um fofo filhote de maçarico-rasteirinho, de nome Piper, que aprende a se alimentar sozinho.

A pequenina ave brinca com bolhas na areia e com as conchinhas. Tudo para ela é uma grande novidade, assim como acontece com as crianças. E descobre em meio a essas experiências a enfrentar seus primeiros medos para conseguir comida. São apenas seis minutos  de filme que dão conta de mostrar uma linda história de superação.


Voltando à nossa experiência no cinema...Piper caiu nas graças de todos que estavam ali. Crianças e adultos se encheram de amor por aquele passarinho e quando, na sequência, Dory apareceu, todos já estavam no clima.

Ao final (sim, chegamos ao final), os meus pequenos nem sabiam dizer do que tinham gostado mais: de Dory ou de Piper.

O resumo da obra de hoje é: Faz bem fugir às nossas regras de vez em quando!

E as dicas de hoje são:

Quarta, ingresso para o cinema é mais em conta. Então, aproveitem!
Não deixem de assistir Procurando Dory, está mesmo muito bom! Valeu aguardar!
E, chegue cedo para a sessão, vocês vão se emocionar com Piper! Está imperdível!

Beijos e boa sessão pipoca!
Tati Rodrigues

Os alimentos da estação: para comer bem, pagando menos


Bem sabemos o quão é difícil fazer os pequenos terem uma alimentação saudável, principalmente, em relação à variedade de alimentos que consomem. Mesmo os que comem bem rejeitam um ou outro alimento. Outras vezes, comem tanto do mesmo, por só aceitarem aquilo, que acabam enjoando do que antes se lambuzavam.

Aqui em casa tenho os dois exemplos. Para tentar dar uma equilibrada nesses extremos recorro muitas vezes à criatividade para montar as refeições e aos alimentos que estão no período de safra.

Os legumes, frutas e verduras da época, além de serem mais frescos, saborosos e nutritivos, são uma boa oportunidade para tentar com que as crianças experimentem algo diferente.

Em casa, eles surgem aos pouquinhos no prato das crianças, sempre junto com algo que já estão acostumados a comer e começam a serem bem recebidos depois de algumas tentativas.

Sem contar, claro, que os alimentos da estação são mais baratos em relação aos outros que estão fora de época e que precisam de grandes doses de fertilizantes químicos, insumos artificias e agrotóxicos para que possam ser colhidos e colocados à venda. Ou seja, consumir alimentos da estação não é somente uma atitude razoável com a saúde da família, com o nosso bolso, mas também uma atitude ecologicamente correta.

Portanto, bons motivos para consumi-los não nos faltam, não é mesmo?

Então, que tal aproveitar esse inverno para variar o cardápio?

Anotem aí!


Em julho, temos:

Carambola!


Frutas: carambola, kiwi, laranja-lima, mexerica e tangerina;

Verduras: agrião, alho-poró, chicória, coentro, couve, erva-doce, espinafre, mostarda e salsão;

Legumes: cenoura, abóbora, batata-doce, cará, cogumelo, ervilha, inhame, mandioca, mandioquinha, milho-verde, nabo, palmito, pepino e rabanete.


Em agosto é a vez deles:

Chicória!

Frutas: banana-nanica, caju, carambola, kiwi, laranja-pera, lima, maçã, mamão, mexerica, morango e tangerina;

Verduras: agrião, alho-poró, brócolis, chicória, coentro, couve, couve-flor, erva-doce, escarola, espinafre, mostarda e rúcula;

Legumes: abóbora, abobrinha, cará, cenoura, ervilha, fava, inhame, mandioca, mandioquinha, nabo, pimentão e rabanete.


Em setembro, que tal?


Jabuticaba!


Frutas: abacaxi pérola, abiu, banana nanica, caju, grapefruit, jabuticaba, laranja, laranja lima, laranja pêra, maçã nacional, mexerica, nêspera, tamarindo, tangerina.

Verduras: alho poro, almeirão, brócolis, chicória, couve de Bruxelas, couve flor, erva doce, espinafre, louro, orégano e rabanete.

Legumes: abóbora, abóbora japonesa, abóbora paulista, abobrinha italiana, cogumelo, ervilha comum, ervilha torta, fava, inhame, pimentão vermelho. 


Tudo anotado! Bora às compras?

Beijos

Tati Rodrigues

Encontre tudo o que você e o seu bebê precisam num único lugar

Loja Alô Bebê Morumbi

Mal descobrimos que estamos grávidas e começamos a sonhar com as compras, não é mesmo?

O enxoval do bebê - da chupeta ao quartinho - entram na nossa lista de prioridades, acompanhado dos itens para as nossas necessidades, enquanto, gestantes e futuras mamães.


A lista é grande e cheia de detalhes e por isso, providenciar tudo nem sempre é tarefa fácil.

O tempo também parece não jogar a nosso favor. Se por um lado nove meses são eternos para conhecermos o rostinho do nosso bebê, no ponto de vista das compras...ah, esses mesmos nove meses parecem voar! À medida que a barriga cresce e todo o resto incha, aumenta o desconforto e a indisposição para garimpar tantas lojas.

Com o tempo curto e muito para fazer, quem nunca entrou numa delas esperando encontrar tudo por lá e sair com a vida resolvida?

Até pouco tempo atrás poderia mesmo ser apenas mais um desejo de grávida (já que a grande maioria das lojas ainda são especializadas ou em vestuário para futuras mamães, ou em móveis e decoração para o quartinho do bebê ou no enxoval do neném) . Mas hoje, as gestantes já podem se programar para realizar uma única compra, numa única loja! Pelo menos, essa é a proposta da Alô Bebê.


A rede de lojas de produtos infantis passará  a oferecer, em todas as suas unidades, espaços destinados especialmente para grávidas. Muito bom, né?

A primeira loja a receber essa nova seção foi a filial do Morumbi, que fica na Zona Sul de São Paulo.

Na loja, as futuras mamães encontrarão roupas, acessórios e outros produtos para elas.


“Queremos oferecer tudo o que uma mãe precisa, para ela e para o bebê, em um só lugar. É por isso que, além dos produtos infantis, decidimos investir na inclusão de itens de vestuário e acessórios para as gestantes, para facilitar o dia a dia delas", explica Milton Bueno, Diretor de Marketing da Alô Bebê.

As gestantes que visitarem a loja do Morumbi também poderão conferir palestras e eventos sobre o universo da maternidade.

As demais unidades da rede deverão receber o novo espaço ainda este ano. Vamos torcer, porque sem dúvida irá facilitar muuuito  para as gravidíssimas.


Não consegui ainda visitar a loja do Morumbi. Mas essas imagens dão uma prévia do que as gestantes irão encontrar lá.
setor gestantes - divulgação

setor gestantes - divulgação

setor gestantes - divulgação

Gostaram?

Quem resolver ir conferir de perto a novidade, na volta, dá uma passadinha aqui e conta pra gente o que achou. Vale para as demais lojas também. 

O seu comentário vai ajudar muito outras mamães.

Serviço
Alô Bebê Morumbi: (11) 3742-2990
Segunda a sexta das 9h às 19h30
Sábados das 9h às 18h
Domingos e feriados das 11h às 17h



Experiência de compra única pode ser vivida também nas megas feiras

A tradicional
Feira da Gestante, Bebê e Criança que é realizada todos os anos em vários Estados brasileiros é uma outra opção para as gestantes que desejam a experiência de compra única, facilitada e inteligente.

Já pude conferir uma das edições aqui em São Paulo, quando estava grávida da minha primogênita. E de fato encontrei muita qualidade e variedade de produtos na Expo.  Na época trouxe muitas coisas da lista. O ponto contra é que a feira é sazonal e nem sempre coincide com aquele período de gestação que ainda nos permite ir às compras. Na gravidez do Pedro, quando me atentei a feira, já estava com uma barriga imensa e acabei ficando só na vontade.

Programe-se para as próximas feiras!

São Paulo
Expo Center Norte, de 28 de junho a 03 de Julho
Centro de Eventos São Luís, de 02 a 07 de agosto

São Paulo Expo (Imigrantes), de 11 a 16 de outubro

Santos
Mendes Convention Center, de 16 a 21 de agosto

São Bernardo
Pavilhão Vera Cruz, de 23 a 28 de agosto

CampinasIguatemi Shopping, de 26 a 31 de julho

Brasília
Parque da Cidade Brasília, de 07 a 12 de junho

BahiaBaby in Bahia - Shopping Bela Vista (Salvador), de 12 a 17 de julho


Bom, espero que tenham gostado!

Beijos, Tati



 


Vacina da gripe 2016: esclareça suas dúvidas


A vacina da gripe 2016 já está aí, mas ainda são muitas as dúvidas de nós, pais, em relação a gripe e a como proteger os nossos filhotes.

Para tentar esclarecer um pouco essa questão, que tanto nos preocupa neste momento, convidei a pediatra, com especialidade em infectologia infantil e mãe, Regina L. B. Matielo, para conversar com a gente, aqui no blog!

Confiram, logo a seguir, as informações que ela nos trouxe carinhosamente.  Espero que auxiliem a todos nós!  


A vacina
Há dois tipos de vacina contra a gripe: trivalente, que protege contra dois tipos de gripe A (H1N1 é um deles) e um tipo de gripe B (totalizando três tipos de gripe) e a tetravalente, que protege contra 2 tipos de gripe A e 2 tipos de gripe B (quatro tipos de gripe).


A trivalente está indicada para bebês a partir dos 6 meses e a tetravalente para crianças a partir dos 2 anos.


Quem recebe a vacina 
Respeitando as recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria e considerando as diretrizes do Ministério da Saúde, crianças de 6 meses a 2 anos devem ser vacinadas com a vacina do ano. Estende-se até os 5 anos a vacinação de todas as crianças quando em situação de surto epidêmico.


Vacinas em bebês menores de 6 meses
A primeira vez que recebem a vacina, aos 6 meses, conforme consta no Programa de Imunização Nacional, é necessário um reforço após um mês da primeira dose. Depois, deve receber uma dose anualmente.


Qual vacina dar: tetravalente ou trivalente?
Consideraria a tetravalente caso houvesse surto do tipo de vírus que ela traz a mais ( um vírus tipo B a mais). 

Sequelas
Nenhum destes vírus deixam sequelas. Todos são causadores de gripe. O que preocupa no H1N1, em particular, é a rapidez e gravidade com que os sintomas se instalam.
 

A diferença de gripe e resfriado
É importante lembrar que muita gente usa os termos resfriado e gripe como sinônimos. Na verdade, resfriados comuns dão sintomas leves, como congestão nasal, coriza, espirros, tosse... Raramente dão febre.

Gripe é sempre um quadro mais importante, com mal estar, diminuição do apetite, dor no corpo, febre, além dos sintomas catarrais do resfriado comum.

Como se dá a gripe em crianças
Bebês pequenos, até 2 anos de idade, não têm a imunidade completa como tem um adulto, por isso, são contaminados por doenças virais com mais facilidade, assim como transmitem. No caso desses pequenos, a
 doença demora mais tempo para acabar, exatamente, por causa da imaturidade imunológica. Crianças pequenas tendem também a espalhar mais os vírus já que as vezes ainda não sabem espirrar ou tossir com o bracinho na frente, não lavam as mãos com frequência, além de levarem tudo à boca.

Quanto mais nova a criança, maior o risco de ser um caso com piora rápida e gravemente. Isso porque, quanto mais novo o bebê, menor é o calibre das vias aéreas, ou seja, mais estreitas são as vias aéreas, ficando mais fácil de entupi-las com secreção que, na gripe está muito aumentada. A parede que reveste as vias respiratórias incham, diminuindo ainda mais a passagem do ar.


Bebês pequeninos, com menos de 6 meses não sabem respirar pela boca e se prejudicam muito com o nariz entupido, como, por exemplo, não conseguem mamar corretamente.

Esse é o pior problema nos quadros gripais em crianças: manter vias aéreas desobstruídas.
Depois dos 2 anos, se a criança não tiver nenhum outro problema de saúde, o quadro tende a ser menos sério pois são crianças que têm um sistema imunológico recentemente amadurecido, sem memória imunológica, que reagirão adequadamente a doença.

Assim, é importantíssimo dizer que bebês que mamam leite materno recebem anticorpos que ajudam-no a ficar protegidos e, caso adoeçam, têm quadros mais leves e mais rápidos, se continuarem mamando. Quando estão com o nariz desentupido, conseguem mamar melhor. E oferecendo o "mamá" com frequência, a mãe o ajuda a manter as narinas desentupidas


Tempo de transmissão do vírus
Outra coisa que preocupa é o tempo que a criança fica transmitindo o vírus, mesmo quando já aparenta boa recuperação. A transmissão viral se inicia dois dias antes de iniciarem os sintomas gripais e podem perdurar por até duas a três semanas, a depender da idade da criança.

Tratamento

Não existe tratamento específico para o vírus da gripe. O que é feito é a administração do oseltamivir (tamiflu) que ajuda a diminuir a multiplicação viral e assim, em teoria, diminuirá a intensidade da doença e do tempo de transmissão.

O restante do tratamento todos já conhecem: desobstrução das narinas com lavagem e aspiração nasal sempre que necessário, antitérmico caso tenha febre, alimentação fracionada, ou seja, oferecer alimentos aos poucos, várias vezes ao dia e dê preferência os alimentos mais saudáveis, que a criança mais gosta. Incentivar a ingestão de líquidos: sucos naturais e água. Se gostarem de sucos cítricos, melhor ainda. Se a criança ainda recebe leite materno, incentivar o mamar.

Como se prevenir
Além de higienizar sempre e corretamente as mãos, já que sabemos ela é um dos principais meios de transmissão da doença,  crianças que se alimentam bem dificilmente ficam doentes. Daí a importância de enfatizar a alimentação colorida, evitando alimentos industrializados e incentivando o consumo de frutas.


É normal a criança ficar gripada após a vacinação?
Não. O que muitas vezes acontece é que a criança já está contaminada e acaba manifestando os sintomas coincidentemente após a vacinação. Até mesmo porque sabemos que demora aproximadamente duas semanas para a vacina proteger.


Reação da vacina no organismo das crianças

Basicamente, a vacina traz informações sobre o vírus, sem que haja vírus nela (por isso,  que não é possível a vacina produzir doença ou sintomas gripais). Essas informações são partes proteicas do vírus (exemplo: como se fossem apresentadas fotos dos vírus para nossas células de defesa). A partir disso, o nosso sistema imunológico, durante cerca de duas semanas, identifica quem são os vírus e o que ele deve fazer caso esteja diante de um deles, ou seja, produz substâncias específicas, os anticorpos, contra aqueles vírus apresentados na vacina.


Os sintomas da gripe podem ser confundidos com o de outras doenças?
Sim. A gripe em crianças pequenas, além dos sintomas que já conhecemos e mencionados mais acima, também pode causar dor de garganta, de ouvido, vômitos e até mesmo diarreia.

Quando a vacina não é aconselhada?
A única situação que se faz necessário atrasar a vacina é a existência de febre. Espera-se  o quadro febril terminar para vacinar. O que acontece é que muita gente evita vacinar crianças resfriadas, imaginando que aquela situação possa vir a dar febre e daí a confundir com um possível efeito adverso da vacina.

É importante entender que estamos falando apenas de situações que atrasam a vacinação mas que não proíbem a vacinação. Já, em caso de alergia à proteína do ovo ou a algum componente vacinal, a vacina não deve ser dada.

Intervalo entre a vacina da gripe e demais vacinas

Ou toma-se todas as vacinas num mesmo dia ou espera-se três semanas para uma nova imunização. No entanto, como pediatra e como mãe eu peço o carinho de calcular o número de picadas por dia de vacinação. Uma outra visita ao centro de vacinação em três semanas pode aliviar a quantidades de picadas de uma só vez.


Espero que tenham gostado da participação da doutora Regina!

Quem quiser contribuir com outras informações, principalmente, sobre os preços e laboratórios que têm vacinas disponíveis, por favor, deixe um comentário.

Aproveitando, recentemente vacinei meus filhos na clínica Pró Imune, pelo valor de 120 reais. Uma dica pessoal é: chegar bem cedo, já que os lotes do dia se esgotam ainda pela manhã. A vacina da gripe para criança menor de 3 anos, que ainda não havia sido liberada na rede particular, estaria disponível desde o dia 20 deste mês.  

Muita saúde para os nossos pequenos! Até mais!

Tati Rodrigues
 

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