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Workshop gratuito para gestantes - Psicoembriologia


Dividi com vocês a um tempo atrás, aqui no blog, um assunto que, pelo menos para mim, era uma novidade: a psicoembriologia!

Recordando um pouco ... a psicoembriologia é uma técnica da psicanálise onde a gestante é orientada a como falar com o bebê sobre suas emoções, uma vez que ela sabe o que sente e o porque sente, mas o bebê não sabe como administrar esse turbilhão de emoções que chega para ele.

E essa conversa, direcionada por um profissional, de futuras mamães com o seu bebê e também de papais que desejam essa interação, vai além do estreitamento de vínculos entre pais e filho, pode prevenir traumas desde o início da formação do feto e, consequentemente, contribuir para um desenvolvimento psíquico saudável da criança. E foi isso que me chamou a atenção e de tantas outras pessoas, que me procuraram depois do post para comentar e para elogiar a abordagem do tema aqui no "Mãe pensa em tudo".

Por isso, se você, assim como eu, gostou muito do assunto e ficou com aquele gostinho de quero saber mais, agora terá uma grande oportunidade, inclusive de conversar pessoalmente com a Bruna Araújo, mamãe e psicoembrióloga, que nos presenteou com tantas informações sobre a psicoembriologia naquela época e que voltou agora com mais novidades em relação ao assunto. Dessa vez, promoverá em parceria com a BCU - Banco de Cordão Umbilical e a Plus Cell um workshop para gestantes. E todas estão convidadas a participar! Legal, né? Então, anotem aí:



Workshop para gestantes

Psicoembriologia - saiba sobre a importância da terapia e seus benefícios.

Data: 19 de maio, próximo sábado

Horário: das 11h às 16h

Local: Rua Dr.Zuquim, 798 - Santana - 02035-021 - São Paulo/SP

Evento gratuito

Faça sua Inscrição pelo  e-mail: bcubrasil@bcubrasil.com.br ou pelo telefone
(11) 2950-0138 ou pelo whatsapp: (11) 94997-4991.





Psicoembriologia: converse com seu bebê no útero



Não é de hoje que sabemos que há bons motivos para conversar com o bebê, enquanto ele ainda está dentro da barriga da mãe.

Quem nunca vivenciou ou presenciou esse momento de intimidade entre pais e filho?

Neste singelo e, muitas vezes, despretensioso, gesto de carinho com o bebê, que irá nascer, estamos estreitando vínculo, transmitimos bem-estar e segurança a ele.

E se esta já é uma ótima constatação, imagem se pensarmos que também podemos contribuir para o desenvolvimento psíquico da criança, através do que ela ouve. Pois é, isso acontece e a psicoembriologia explica!

Confesso que eu desconhecia essa ciência. E talvez viveria por muito tempo desavisada, se eu não tivesse o  prazer de conhecer a mãe e psicoembrióloga Bruna Araújo, que me apresentou esse outro universo. E, claro, que eu não deixaria de dividir com vocês!

A psicoembriologia, para quem mais não conhece, é um braço da psicanálise e está longe de ser uma novidade. Foi criada pelo professor e psicanalista Wilson Ribeiro por volta de 1960. Tudo começou por causa de uma necessidade do psicanalista, que o incomodava. Ele desejava reparar sua culpa pelas queixas de sua mãe, por conta de complicações durante o trabalho de parto, que acarretou em muitas dores.

Os estudos do psicanalista resultaram nesse modelo de terapia, a psicoembriologia, que tem como principal objetivo prevenir traumas desde o início da formação do feto. É isso mesmo!

Na psicoembriologia se descobriu, que desde a concepção, o feto possui um psiquismo próprio, capaz de acumular informações e experiências que terão um impacto importante na vida da criança. Diante dessa constatação, foram desenvolvidas técnicas para  intervenções positivas no bebê, trabalhando nele questões emocional e psíquica . Para isso, as gestantes são treinadas a “explicar” suas emoções ao bebê, uma vez que ela sabe o que sente e o porque sente, mas o bebê não sabe administrar isso. Irá aprender! O que será muito importante para o seu desenvolvimento e para que seja uma criança sadia psiquicamente e fisicamente.

“Fazemos o acompanhamento psiquico do feto, estimulando a mãe e também o pai a conversarem com o bebê. Um ponto importante nesta terapia de gestação dirigida é "esclarecer" ao bebê que as emoções dos pais não são de responsabilidade dele, atenuando, desta forma, medos e angustias que ele possa vir a ter após o nascimento ", exemplifica Bruna. "O feto é um ser individualizado, deve ser auxiliado como tal, com vida emocional própria. Permitir ao bebê, ainda no útero, um entendimento real de tudo o que acontece contribuirá para que a criança possa fazer suas escolhas", explica. 

Resumidamente, na terapia de gestação dirigida, trabalha-se a valorização da vida desde a fecundação, com técnicas próprias, voltadas para a maternidade e de amparo à criança, também orienta a futura mamãe a conduzir com segurança e conforto todas as fases da gestação: pré, peri e pós-natal.


Os profissionais dessa área atendem em consultórios. Alguns também via vídeo conferência . Durante o processo são aplicadas as técnicas de visualização criativa para relaxamento e contato com o bebê. Porém, a mamãe, desde o momento que descobre estar grávida, pode e deve conversar com o seu bebê.  

A terapia não tem nenhuma contraindicação e é destinada a casais que pretendem engravidar, gestantes e crianças de 0 a 3 anos.


Os casais vão encontrar
:



 - Orientação - educação se inicia na fecundação;

- Limpeza intra-uterina;

- Parto livre de dores;

- Amamentação;

- Técnicas de relaxamento, exercícios respiratórios e musicoterapia.


Para as gestantes:



- Orientação a futura mamãe para conduzir a gestação com segurança e conforto, de forma saudável física e psiquicamente;

- Assessora as mudanças físicas e psíquicas na qual a gestante terá de lidar;

- Parto livre de dores;

- Amamentação;

- Prática de comunicação verbal, mental e tátil com a vida intra-uterina;

- Técnicas de relaxamento, exercícios respiratórios e musicoterapia.


E para as crianças?



- Terapia individual com brincadeiras lúdicas;

- Prática da comunicação entre a criança x família “comunicação ativa”;

- Renascimento;

- Amamentação e Desmame;

- Chupeta;

- Desfralde;

- Técnicas e exercícios para o melhor desenvolvimento da criança, como: motor e fala.

- Musicoterapia

- Shantala


Para contato com a psicoembrióloga, Bruna Araújo: psico.brunaaraujo@gmail.com

Espero que tenham gostado!

Beijos, Tati Rodrigues


Encontre tudo o que você e o seu bebê precisam num único lugar

Loja Alô Bebê Morumbi

Mal descobrimos que estamos grávidas e começamos a sonhar com as compras, não é mesmo?

O enxoval do bebê - da chupeta ao quartinho - entram na nossa lista de prioridades, acompanhado dos itens para as nossas necessidades, enquanto, gestantes e futuras mamães.


A lista é grande e cheia de detalhes e por isso, providenciar tudo nem sempre é tarefa fácil.

O tempo também parece não jogar a nosso favor. Se por um lado nove meses são eternos para conhecermos o rostinho do nosso bebê, no ponto de vista das compras...ah, esses mesmos nove meses parecem voar! À medida que a barriga cresce e todo o resto incha, aumenta o desconforto e a indisposição para garimpar tantas lojas.

Com o tempo curto e muito para fazer, quem nunca entrou numa delas esperando encontrar tudo por lá e sair com a vida resolvida?

Até pouco tempo atrás poderia mesmo ser apenas mais um desejo de grávida (já que a grande maioria das lojas ainda são especializadas ou em vestuário para futuras mamães, ou em móveis e decoração para o quartinho do bebê ou no enxoval do neném) . Mas hoje, as gestantes já podem se programar para realizar uma única compra, numa única loja! Pelo menos, essa é a proposta da Alô Bebê.


A rede de lojas de produtos infantis passará  a oferecer, em todas as suas unidades, espaços destinados especialmente para grávidas. Muito bom, né?

A primeira loja a receber essa nova seção foi a filial do Morumbi, que fica na Zona Sul de São Paulo.

Na loja, as futuras mamães encontrarão roupas, acessórios e outros produtos para elas.


“Queremos oferecer tudo o que uma mãe precisa, para ela e para o bebê, em um só lugar. É por isso que, além dos produtos infantis, decidimos investir na inclusão de itens de vestuário e acessórios para as gestantes, para facilitar o dia a dia delas", explica Milton Bueno, Diretor de Marketing da Alô Bebê.

As gestantes que visitarem a loja do Morumbi também poderão conferir palestras e eventos sobre o universo da maternidade.

As demais unidades da rede deverão receber o novo espaço ainda este ano. Vamos torcer, porque sem dúvida irá facilitar muuuito  para as gravidíssimas.


Não consegui ainda visitar a loja do Morumbi. Mas essas imagens dão uma prévia do que as gestantes irão encontrar lá.
setor gestantes - divulgação

setor gestantes - divulgação

setor gestantes - divulgação

Gostaram?

Quem resolver ir conferir de perto a novidade, na volta, dá uma passadinha aqui e conta pra gente o que achou. Vale para as demais lojas também. 

O seu comentário vai ajudar muito outras mamães.

Serviço
Alô Bebê Morumbi: (11) 3742-2990
Segunda a sexta das 9h às 19h30
Sábados das 9h às 18h
Domingos e feriados das 11h às 17h



Experiência de compra única pode ser vivida também nas megas feiras

A tradicional
Feira da Gestante, Bebê e Criança que é realizada todos os anos em vários Estados brasileiros é uma outra opção para as gestantes que desejam a experiência de compra única, facilitada e inteligente.

Já pude conferir uma das edições aqui em São Paulo, quando estava grávida da minha primogênita. E de fato encontrei muita qualidade e variedade de produtos na Expo.  Na época trouxe muitas coisas da lista. O ponto contra é que a feira é sazonal e nem sempre coincide com aquele período de gestação que ainda nos permite ir às compras. Na gravidez do Pedro, quando me atentei a feira, já estava com uma barriga imensa e acabei ficando só na vontade.

Programe-se para as próximas feiras!

São Paulo
Expo Center Norte, de 28 de junho a 03 de Julho
Centro de Eventos São Luís, de 02 a 07 de agosto

São Paulo Expo (Imigrantes), de 11 a 16 de outubro

Santos
Mendes Convention Center, de 16 a 21 de agosto

São Bernardo
Pavilhão Vera Cruz, de 23 a 28 de agosto

CampinasIguatemi Shopping, de 26 a 31 de julho

Brasília
Parque da Cidade Brasília, de 07 a 12 de junho

BahiaBaby in Bahia - Shopping Bela Vista (Salvador), de 12 a 17 de julho


Bom, espero que tenham gostado!

Beijos, Tati



 


Sensibilização musical desde o útero


Olá meninas,

chegamos a mais uma terça-feira, dia que ganhamos a companhia de Mara Paixão, musicoterapeuta e coordenadora do Projeto Música Materna, nos falando um pouco mais sobre musicalização para bebês e crianças pequenas.

Se você adora conversar com seu bebê e cantar para ele, vai gostar muito de saber como essa cumplicidade, que começa quando ele ainda está na barriga, pode contribuir para o desenvolvimento dele e se sentir motivada a continuar esse processo de sensibilização por meio da música depois que ele nascer!

beijos e aproveitem!

Musicalização infantil II


Por Mara Paixão - musicoterapeuta e coordenadora do Projeto Música Materna

 
As pesquisas demonstram que os bebês, ainda no útero materno, desenvolvem reações aos estímulos sonoros, aos ritmos e à linguagem humana, possibilitando a comunicação entre mãe e bebê fortalecendo o vínculo materno. As mães que passaram por um processo de sensibilização musical durante a gravidez relatam que os bebês são calmos, mamam com facilidade e ficam atentos quando ouvem as músicas que a mãe ouvia durante a gestação.

 

O trabalho de musicalização com bebês e crianças pequenas até o 6 anos, deve estimular, promover e desenvolver de forma lúdica e afetiva os potências criativos, sociais, físicos e cognitivos através da música e suas diversas possibilidades utilizando recursos artísticos e pedagógicos

Bebês e crianças pequenas aprendem por meio da exploração, estimulação, brincadeiras e afetividade, e não há nada mais divertido e acolhedor que atividades musicais que desenvolvem nos pequenos habilidades com: apreciação musical, percepção sonora e espacial, coordenação motora, concentração, autoconfiança, expressividade, capacidade inventiva, raciocino lógico, consciência corporal, auxiliando assim o desenvolvimento da criatividade, de socialização e também ampliando a compreensão do mundo e de si mesmo.

Mais tarde, por volta dos quatro, cinco anos, é comum os pais se perguntarem se não estará na hora de aprender um instrumento. É importante saber que o processo de musicalização deve anteceder o aprendizado de um instrumento específico. E importante que a criança passe por um processo de vivência e sensibilização musical, para depois, quando já se encontrar alfabetizada por volta dos 6 anos de idade, iniciar as aulas de instrumento e de leitura musical.



Meus filhos me melhoraram em muitas coisas, a alimentação foi uma delas!



Para que eu conseguisse agir de maneira mais responsável com a minha alimentação precisei de uma grande motivação, melhor, duas!

Para quem não me conhece, nunca fui obesa, aliás estive sempre longe de estar acima do peso. Mas isso não significa tanta coisa assim, pode acreditar!  Na verdade, o fato de eu me manter no meu peso "ideal" esteve sempre muito mais associado a quantidade de alimentos que ingeria, do que a qualidade deles.

Confesso, que vez ou outra, principalmente em festinhas e fins de semana, ainda como umas bobagens, lógico que sempre acompanhada da desculpa que "ninguém é de ferro". E esse é o tipo de desculpa que ainda preciso me livrar!  

Tirando essas escapadas, posso dizer que nos últimos seis anos vi uma mudança significativa na qualidade da minha alimentação e de tabela na alimentação da minha família, já que sou eu que a preparo. A principal motivação foi a chegada da Aline e ganhou força com a chegada do Pedro.

Já na primeira consulta do pré-natal da Aline levei uma baita bronca porque tinha engordado nas primeiras 4 semanas de gestação mais de 2,5kg e sai do consultório com uma lista do que deveria evitar.

Na hora, confesso, que fiquei até meio surpresa com a reação dela... como assim? Agora que eu podia comer à vontade ela me vem com essa!

As palavras de ordem foram moderação no sal e alimentos com açúcar e ir com tudo nos alimentos ricos em ácido fólico (verduras verdes escuras, que auxiliam no bom desenvolvimento do cérebro do bebê), uma vez que não me preparei com a vitamina antes de engravidar.

Outro conselho, que levo para a vida, é fazer várias refeições balanceadas no dia (na gestação de 6 a 8 refeições).

E como eu queria uma gestação saudável para mim e para o bebê, segui a risca todas as orientações da minha obstetra. E não foi que a pontinha de raiva que eu estava dela deu lugar a satisfação já na próxima consulta?rs

Falar que encarei as "restrições" com alegria, estaria mentindo, porque sou louca por doces. Mas quando vi que consegui passar sem as guloseimas e tanta gordura e que eu estava contribuindo para que a bebê crescesse saudável dentro de mim, me dava um baita conforto.

Cada vez que subia na balança e via que eu tinha engordado, às vezes, 1kg ou um pouco menos, mas que a bebê ganhava peso e se desenvolvia maravilhosamente, ficava muito feliz por nós duas. Era aquela sensação de ter feito a lição de casa direito.

Durante toda a gestação engordei 7,5kg. Aliás nas duas gestações. E os meus bebês nasceram com mais de 3kg cada um e saudáveis. 

No período de gestação cortei refrigerante, doces e frituras e passei a comer mais frutas, legumes,  verduras, arroz e pães integrais e carnes assadas ou grelhadas, além de continuar com a natação, durante a gestação da Aline e alguns meses de Pilates, durante a gestação do Pedro.

Passado o período da gestação da Aline, continuei a me alimentar de maneira mais saudável a motivação daquela vez era a amamentação. Queria muito amamentar e dar para minha filha um leite nutritivo e saboroso (veja aqui no blog o post  "Dicas para um leite materno nutritivo e saboroso"). 

Quando ela começou a comer papinhas veio uma nova motivação. Queria que ela tivesse a melhor alimentação e que gostasse de alimentos naturais e variados. Os alimentos para ela eram selecionados e eu fazia questão de comer junto para ser o exemplo, mesmo alguns verdinhos que eu ainda torcia o nariz. Nesta fase, o difícil não foi manter uma dieta saudável em casa, foi fazer as pessoas de fora entenderem que ela, mesmo sendo criança, não precisava ser agradada com doces ou refrigerantes.

Aos três anos da Aline, engravidei do Pedro. E desta vez todos os processos foram bem mais fáceis. Eu já era uma pessoa melhor comigo mesma em relação ao que eu comia e não senti o peso das restrições ou das obrigações.

Já estamos todos em casa adaptados a uma alimentação mais saudável. O Pedro chegou numa nova fase minha e da família, então tudo acontece de maneira muito natural com ele também.

Costumo brincar com as amigas que se querem aprender a comer direito tenham filhos! A gente repensa a vida e começa a fazer tudo melhor pensando no bebê, quando vê já é outra pessoa!

Desejo que você também encontre a sua motivação para uma alimentação mais saudável!

beijo!

Fissuras e as dores da amamentação, passei por elas!


Uma das pomadas de lanolina usada para cicatrização das fissuras

Ainda não comentei com vocês que sofri com fissuras nos seios, tanto no início da amamentação da Aline quanto do Pedro. E nas duas experiências consegui driblar a dor que sentia para continuar amamentando. Mas em cada uma delas tentei diferentes caminhos.
Sempre tive em mente durante as minhas gestações que amamentaria meus filhos pelo tempo que eles desejassem, mesmo imaginando que talvez não fosse uma tarefa fácil porque tenho uma relação um pouco do tipo "não me rele, não me toque" com os meus seios (rs).

Os meus mamilos são bem sensíveis, em alguns períodos, como os que antecedem a menstruação, ficam doloridos e o contato até com tecidos das roupas me causam aflição.

Sabe pessoas que têm aflição em mexer no umbigo? Então, eu acho que sinto o mesmo com os mamilos (rs).

Como eu não abria mão da amamentação encarei  um processo de preparo dos mamilos, ainda durante a gestação da Aline, indicado pela minha ginecologista e obstetra.


E assim como eu costumo fazer para me encorajar em situações difíceis ou quando não tenho para onde correr, fechava os olhos, contava até três e me "jogava" no que eu tinha que fazer. Primeiro com o polegar e o dedo indicador umas torcidinhas para direita e para a esquerda nos bicos dos seios e em seguida massageava, durante o banho, os mamilos com uma buchinha vegetal.

Além da bendita aflição, doía, mesmo sendo orientada a fazer uma leve rotação e uma leve esfoliação. Ainda hoje me arrepio de pensar, mas o resultado foi ótimo, a rotação e a esfoliação deixaram os mamilos bem formadinhos, fortes e preparados para receber a Aline. Tenho certeza que foi o que ajudou a Aline a pegar o bico do seio direitinho, desde a primeira mamada.

Com a "pegada" tinha dado tudo certo, mas era somente a primeira etapa. Conforme os dias foram passando comecei a sentir  muitas dores para amamentar. A sucção da Aline e a frequência com a qual eu a amentava deixaram os meus seios com fissuras e ardiam muito. A cada choro dela demandando mais leite eu quase chorava também só de pensar na dor que sentiria. E de novo eu me via fechando os olhos e contando até três, antes de colocar ela para mamar novamente. A dor me dava vontade de sair correndo, me abanando e facilmente, se eu tentasse, contaria até mil em alguns pouquíssimos minutos (rs).

O que me ajudou muito a aliviar aquela sensação de extremo desconforto foi a pomada de lanolina. Besuntava o mamilo antes e depois de cada mamada. O bom é que a pomada que eu usava não precisava ser removida antes de amamentar, pois sua composição não representava nenhum perigo ao bebê, o que ajudava a proteger o bico do peito, além de atuar na cicatrização. Nos auges da dor eu usada a mesma pomada gelada e a sensação de alívio era quase imediata.

com o Pedro o primeiro mês de amamentação foi um pouquinho diferente, mas para pior. Além de eu não ter preparado os mamilos com a mesma dedicação que tive com eles na gestação da Aline, contribuindo para uma “pegada” mais difícil e errada nas primeiras tentativas do Pedro, a sucção dele era mais forte e meus seios começaram a ter fissuras bem mais cedo, antes mesmo da nossa alta do hospital e eu literalmente chorava enquanto amamentava. Dessa vez, não adiantava psicologicamente em nada eu contar antes ou depois de amamentar. Nada tirava o meu foco da dor.

As pomadas já tinham entrado em ação, ajudavam, mas não agiam tão milagrosamente como na primeira experiência. O que de fato resolveu foi intercalar a pomada que eu passava nos mamilos antes e depois das mamadas, gelada; e compressas também frias/geladas feitas com o próprio absorvente de seios. Depois de usados, eu os colocava na geladeira num recipiente com tampa e esterelizado e depois de algum tempo voltava ele nos seios. 

A baixa temperatura dava um alívio enorme para aquela região que ardia e o leite do absorvente agia como cicatrizante natural! Um santo remédio!

Também andei muito em casa com os seios de fora, quando não estava com as compressas, para deixar os mamilos “respirarem”! Como eu usava (e ainda uso) sutiã próprio para amamentar, daqueles que abrem totalmente na frente, em alguns períodos do dia eu o deixava aberto e colocava somente uma fraldinha presa  na base do sutiã para que segurasse um pouco o leite que escorria. Mesmo assim rendeu muitos pingos de leite pela casa, mas funcionou no processo de cicatrização.


Nas duas experiências o primeiro mês foi o período mais difícil da amamentação. Mas valeu tentar tudo o que foi recomendado pela minha médica. Amamentei a Aline até os dois anos de idade e o Pedro sigo amamentando. Além de eu me sentir super bem por poder dar a eles o melhor alimento, a amamentação sempre foi para mim um compromisso com a saúde deles, um momento de entrega, de vínculo, de cumplicidade, de olho no olho, de pele, troca de carinho, amor e afeto. Passado esse período de adaptação doloroso, a sensação foi e tem sido maravilhosa e justifica tudo o que não foi tão legal no início.


Todas mamães têm histórias para contar sobre aleitamento materno, tenha ela amamentado ou não. Seria bem legal também saber como foi para você essa fase. Divida sua experiência com as mães que pensam em tudo, comentando ai embaixo.

beijos!

 

Bodies, os queridinhos das mamães e bebês!

 
Acho que todas vão concordar comigo: os bodies são indispensáveis na cômoda do bebê! E por se tratar de uma peça coringa, seja para o bebê usar no dia-a-dia ou para passear, as fabricantes estão sempre pensando em novidades para que os pequenos estejam bem vestidos e confortáveis em qualquer ocasião.

A diversidade de bodies é enorme! Existem os bodies estampados, lisos, com frases, estilosos, com mangas longas, curtas ou cavadas.
 
O body regata é o que eu, particularmente, menos gosto. Usei muito pouco nos meus filhos. Só mesmo quando todas as outras alternativas estavam molhadas ou para lavar. A sensação é de que eles ficam peladinhos, expostos demais. Para cada um só tive um modelo.
 
Arquivo pessoal - Body manga curta, regata e longa
Encontramos ainda bodies dos básicos aos mais estilosos, os estampados e os lisos: 
 
 
Também há os de tecidos mais grossos e malhas mais molinhas. Sem falar nos que tem abertura na frente e nos diferentes tipos de golas (umas facilitam mais que outras na hora de vestir).

abertura na frente

Desse universo dos bodies, os meus favoritos são os de malha mais molinha, que esticam e com gola larga que permite passar com folga a cabecinha do bebê, como os do modelo abaixo:

 

golas com abertura larga e malha molinha
 
Uso muito também os bodies com botões na gola. Esse modelo faz com que a abertura da gola fique mais larga também, mas ainda prefiro os do modelo citado anteriormente.
 
Mesmo com botões, às vezes a cabeça do bebê passa um pouco justa, o bebê chora, você vai acalmá-lo, esquece os botões e sai com eles abertos. Aconteceu muito comigo.
 
golas largas com e sem botão
 
 
Aumentando a vida útil dos bodies! 
Os extensores de bodies são uma solução para aumentar a vida útil das peças.

Aumentam em até 2 tamanhos a numeração do body! São colocados na parte de baixo da roupinha fazendo com que o bebê use a peça por mais tempo.

Existem vários modelos no mercado. Mas o importante mesmo é conferir se se encaixa direitinho aos bodies que você tem em casa, com dois ou três botões! 



Imagem da internet
 
 

Brasileirinhas
Usei bodies nos meus filhos de tudo o quanto é marca. O Pedro está com 7 meses e transitando de bodies para camisetas, mas ainda uso alguns modelos nele.

Não é preciso ir muito longe para encontrar pacotes com conjunto de 3,4,5 bodies por 20,30 reais. Sem dúvida, são em conta, mas sempre compro consciente que terão pouca durabilidade também, seja porque o tecido desbota ou faz bolinha fácil ou os botões quebram, ou porque a malha não tem uma elasticidade boa.

Mas existe no Brasil muita coisa boa também. As fabricantes que mais gosto em relação a qualidade dos tecidos e variedade são a Bicho Molhado e a TIP TOP. A Bicho Molhado, além de deixar o bebê bem vestido tem outra vantagem: é bem econômica!


Tudo o que é de fora é melhor?
Não sei dizer se tudo. Não fiz nenhum dos dois enxovais fora do Brasil. Mas na gestação do Pedro ganhei vários mimos de uma amiga que foi aos EUA , entre eles, ela trouxe bodies que eu simplesmente amei!

Eles foram tudo de bom até pouco tempo atrás! Os que vestem até 3 meses, o Pedro usou até 4 meses e meio numa boa. Os que ele ganhou são da Gerber, 100% Cotton, ou seja, uma malha super molinha. Mas tem outras marcas queridinhas por aqui, como a Carter's.

O que elas têm de tão bom: cores diferentes, estampas super charmosas, golas largas, não faz bolinha, nem desbota e vem sem etiqueta para não incomodar ou irritar a pele do bebê. Além do preço, claro!
 
Comprar aqui peças confeccionadas fora, talvez não compense. Mas, os que eu ganhei (conjunto com 5 peças lindas) saíram por 8 dólares! Para ver a diferença, basta olhar alguns sites de representantes das marcas aqui no Brasil.

Gente é isso, se vocês tiverem sugestões ou quiserem comentar suas experiências na compra dos bodies, comentem aqui!


 
 

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