A primeira vez no dentista!


 
Desde que nasceram os primeiros dentinhos de “leite” da Aline a pediatra recomendou que eu a levasse ao dentista. A ideia era fazer um check-up e começar a criar o hábito de realizar consultas preventivas.

Naquela época, eu não tinha nenhuma referência de odontopediatra e por isso passei alguns dias procurando dentistas especializados no atendimento a crianças na internet. Os valores da consulta variavam muito e a forma de atendimento também.

Como eu buscava um atendimento diferenciado, paguei pelo seu preço.

Eu estava ansiosa para essa primeira consulta. A Aline é bem introspectiva com estranhos, com médicos ainda mais, é difícil a comunicação e aos dois anos chorava com a presença deles .

Eu comecei a imaginar como a dentista conseguiria examinar a boquinha dela, se ela “travasse”. E seria muito fácil isso acontecer juntando a personalidade dela com um consultório “frio” e um dentista muito prático e direto.

Por isso, para mim, era importante me cercar do máximo de informações sobre o primeiro atendimento: desde como era o consultório até a conduta do especialista com as crianças.

Entrei em contato com muuuuitos consultórios e solicitava todas as informações que eu desejava para a secretária mesmo. Por fim, depois de ficar em dúvida entre dois ou três, optei por levá-la na Orto Baby, que fica em São Bernardo do Campo. Muito bom o atendimento! Em São Paulo, a Clínica AMAI parece ser excelente e seguir o mesmo método, mas não cheguei a ir. Apesar de morar em São Paulo, ir para a cidade de São Bernardo, de carro, ficava mais prático.

A Orto Baby tinha tudo o que eu buscava: um consultório acolhedor, alegre e com recursos lúdicos, além de uma dentista com todo "jeito" para crianças. A doutora Lígia é muito simpática, didática nas explicações e  paciente. Brincou, conversou muito com a Aline e conseguiu examinar a boquinha dela, sem nenhum problema.
 
Atendimento por etapas
 
Na primeira consulta a Aline conheceu todo o funcionamento do consultório e brincou de escovar os dentes dos bichinhos de pelúcia. Uma graça! Naquela consulta, a doutora Lígia nos ensinou como fazer uma escovação correta de todos os dentinhos, a examinou e nos apresentou qual seria o tratamento. No caso da Aline, foi indicado o selamento (película protetora) de dois dentinhos pré-molares, mais profundos, e mais fáceis de acumular resíduo de alimentos e, portanto, com mais chances de terem cáries. Indicou também limpeza e aplicação de flúor.
 
Na segunda consulta começou o tratamento de fatoPrimeiro foi apresentado um vídeo “As aventuras dos dentinhos”, onde o dentinho preguiçoso, o cuidadoso e o quebrado - os protagonistas da história - mostravam como é importante cuidar bem dos dentes para a saúde bucal.
 
Também achei bem legal que todo tratamento foi feito de forma bastante cuidadosa e divertida. Para fazer o evidenciamento de placa bacteriana, por exemplo, a dentista contou uma historinha para envolver e relaxar a Aline para aquele procedimento. O produto para evidenciar as placas "virou" uma solução mágica, que ao ser espalhado nos dentes mostraria para a doutora Ligia os dentinhos que estavam sujinhos deixando-os pintadinhos de cor-de-rosa.
 
Durante todo o tratamento a dentista tirou dúvidas e passou muitas orientações sobre a higiene bucal de bebê e criança.
 
O retorno
 
Há duas semanas retornamos para consulta de rotina. Outro dentinho recebeu a película protetora. Os outros dois, que já haviam recebido o tratamento a quase dois anos, estavam ótimos. O selamento estava perfeito e continuava protegendo os dentinhos profundos de cáries. Foi feita uma nova limpeza com flúor e desta vez a Aline assistiu a desenhos na televisão, enquanto recebia o tratamento, além de rever os bichos de pelúcia, que a encantou na primeira visita.
 
Ah, e não podia me esquecer de um detalhe: no final de cada consulta, a criança escolhe um brinquedinho para levar para casa. A Aline já vai para a consulta pensando se vai trazer uma aranha, uma pulseira ou que vai encontrar de diferente no pote (risos).
 
Dicas da doutora Sandra
 
Aproveitando o nosso retorno à clínica Orto Baby, consegui um horário também com a doutora Sandra Maria Fonseca de Carvalho, odontopediatra, idealizadora e dona da clínica, que passou algumas dicas, especialmente, para as mamães que acompanham o blog, de como cuidar dos dentinhos dos pequenos e outras informações:
 
  • Assim como os adultos, é importante escovar os dentinhos dos bebês, quatro vezes ao dia, sempre após os lanches e as refeições, principalmente, antes de dormir;

  • Crianças devem usar fio dental, ao menos na última escovação, antes de dormir. Os pais devem auxiliá-las. O jeito mais prático que encontrei foi deitando a cabeça da Aline sobre o meu colo. Assim consigo ter visão de todos os dentinhos e melhor posição para a limpeza.

  • Também é importante escovar os dentes do bebê após as mamadas, mesmo que seja leite materno para evitar a cárie da mamadeira. Pude ver uma imagem e é impressionante o quão comprometida fica a boca do bebê.

  • Praticamente todos os dentes de "leite" devem nascer até o bebê completar dois anos. Entre dois e três anos espera-se que nasçam os últimos dentinhos, os molares. Já os primeiros molares permanentes que nascerão atrás do último molar de “leite” erupcionam em torno dos seis anos de idade.

  • Os dentinhos de "leite" das meninas, normalmente, nascem antes que os dentinhos dos meninos. A troca dos dentes de “leite” pelos permanentes, nas meninas, geralmente, também acontecem mais precocemente.

  • O momento de escovar os dentinhos da criança deve ser prazeroso. Por isso, o ideal é criar brincadeiras com musiquinhas, historinhas para incentivar a criança.

  • É importante dar autonomia para a criança escovar os dentinhos, no entanto, os pais devem supervisionar a escovação e se for preciso interferir no processo que seja sempre de maneira divertida.

  • Crianças devem usar creme dental sem flúor, até que saiba descartar corretamente a pasta. Flúor ingerido com excesso pode causar fluorose dentária (manchas esbranquiçadas nos dentinhos que ainda irão nascer, os permanentes).

  • O flúor não pode ser ingerido, mas os dentinhos das crianças, assim como dos adultos, precisam do flúor, para isso é aconselhado que desde os primeiros dentinhos os pais as levem ao odontopediatra para limpeza e aplicação do flúor corretamente.

  • O intervalo indicado para levar a criança ao dentista é de seis meses

  • Para aliviar a coceira e a dor nas gengivas, uma dica é um mordedor macio ou com gel e guarda-los  na geladeira - sempre muito bem higienizados - pois a temperatura mais baixa ajuda a anestesiar e aliviar a dor.

  • É comum bebês e crianças pequenas quebrarem os dentes devido acidentes. Se isso ocorrer, é importante ir imediatamente para o dentista para receber atendimento. O dente que caiu pode ser colocado num copo com leite ou pode-se tentar encaixá-lo no lugar até chegar no dentista.
 
Por fim, a primeira visita da Aline à odontopediatra foi um sucesso, assim como tem sido os retornos. Em casa tudo ficou mais fácil depois de passar pelas mãos da doutora Lígia. A boa experiência fez com que a Aline passasse a gostar mais de cuidar dos dentinhos e de retornar à dentista sem receios e a mamãe aqui fica toda orgulhosa, claro (risos). Os dentinhos do Pedro estão começando a surgir e logo ele também fará a sua primeira visita à dentista.
 
Espero que as minhas experiências e as dicas tenham ajudado vocês!
 
Beijos!
 

Amar dois filhos


Esta semana meu pequeno príncipe Pedro completou o seu primeiro ano de vida! E em meio as tentativas de arrumar a casa para receber os avós, que vieram o cumprimentar, revivi a sua chegada em nossa família.

Praticamente dois motivos nos incentivaram a levar a ideia do segundo filho adiante: a importância que damos para a companhia de um irmão e a experiência maravilhosa  que tivemos com a maternidade e a paternidade, que de tão boa não poderia ser vivida somente uma vez!

Mesmo diante da nossa certeza em tê-lo existia uma preocupação enorme para que essa decisão não trouxesse nenhum tipo de instabilidade no relacionamento que tínhamos com a Aline.


Eu não podia se quer imaginar ela se sentindo em segundo plano. Jamais também me permitiria deixar de fazer por ela (ou para ela) alguma coisa, qualquer coisa, a mínima que fosse, por conta do segundo bebê. Ao mesmo tempo eu não tinha dúvidas que me doaria por inteiro para outro filho.


Também não consegui escapar da eterna dúvida sobre se é possível amar dois filhos, ou mais, do mesmo jeito. Foi inevitável não pensar se conseguiria amar o segundo filho com a mesma intensidade que amava a Aline. Ou se com a chegada dele eu passaria amar ela menos .

Mesmo com todas aquelas angustias, engravidei e confiei que as nossas vidas tomariam o curso que deveriam tomar, ou melhor, o que eu desejava que tomasse, afinal, eu já estava pensando em tudo.

Durante toda gravidez do Pedro, à medida que a barriga crescia a expectativa em relação à reação da Aline com o futuro bebê aumentava. Eu e meu marido tínhamos vários combinados, principalmente quem daria atenção para quem, como seriam os revezamentos, tudo planejado para que nenhum dos dois ficasse descoberto de atenção e para que nada abalasse a nossa rotina e as nossas relações.

Busquei informações e orientação de como deveríamos agir com a Aline desde a gestação do Pedro (envolvemos ela nos preparativos o máximo possível) até o seu nascimento; como deveríamos agir na visita dela ao Pedro, ainda no hospital; que cuidados teríamos que tomar para que ela não se sentisse menos importante; como deveríamos orientar os familiares próximos para não fazer diferença entre eles, enfim, tentamos nos antecipar a todos os detalhes (previsíveis).

Apesar de todo o meu empenho, no final da gravidez, algumas coisas naturalmente me davam sinais que, por mais que eu desejasse, nem tudo continuaria como antes, principalmente em relação a nossa relação com a Aline.

Não precisou nem o Pedro nascer para começarmos a sentir as primeiras mudanças e adaptações: eu já não conseguia mais me sentar no chão para brincar, não conseguia ir em todos os passeios com ela e várias outras "pequenas" coisas por conta das limitações físicas de final de gravidez. Por último, já não conseguia dar o colo, que vez ou outra ela ainda me pedia. Essas coisinhas me chateavam, geravam uma pontinha de culpa por não conseguir fazer com ela as coisas do jeito que sempre fizemos e que
 ela gostava.

Havia a esperança de que com a chegada do Pedro eu ficaria de novo leve (e como fiquei leve!!!rs) voltaria para o chão, ganharia às ruas novamente, e meu colo estaria à sua completa disposição, sempre que quisesse e tudo na nossa rotina voltaria ao normal.


Quando o Pedro chegou a Aline se apaixonou por ele e nos surpreendeu de tão bem que o aceitou. Nem foi necessário colocar em prática todos aqueles mandamentos que eu tinha listado de como deveríamos fazer a primeira aproximação dela com bebê para não haver traumas.

Ela curtiu muito o título de irmã mais velha, se sentiu grande, como ela mesma gosta de dizer.

Tudo estava indo muito bem, mas ainda no hospital voltei novamente a sentir aquela pontinha de culpa da época que as limitações da gravidez implicaram em algumas mudanças na rotina com a Aline. E lá estava eu,no hospital, cuidando do Pedro que acabara de nascer, e pensando em como a Aline estava se sentindo longe da gente. Queria os dois comigo e à volta para casa era aguardada com ansiedade.

O que eu não imaginava é que aquele sentimento voltaria muitas outras vezes sempre que um precisasse esperar o outro ser atendido ou quando eu não pudesse fazer por um da mesma forma que fiz ou faria pelo outro.
E o tempo, ou melhor, a falta dele seria um grande complicador.

A casa e o trabalho foram os primeiros a caírem na minha lista de prioridades. No topo da lista, ao lado da Aline, entrou o Pedro o que me deixaria ainda mais distante deles. Foi difícil para cair a minha ficha. Por muito tempo tentei equilibrar todos os pratinhos (filhos, marido, trabalho, casa e a mim mesmo), mas era impossível.


Os primeiros meses, em casa, foram um caos. Eu queria fazer tudo e parecia que não estava fazendo nada direito ou como eu me cobrava.


A Aline começou a dar sinais que a adaptação estava estressante. Ficou bem sensível, chorava por tudo. Eu passava os dias tentando atender e entender ela. O Pedro, recém-nascido, por sua vez, precisava dos cuidados mais básicos e imprescindíveis! Nesse momento, toda ajuda dos avós e da minha irmã foi bem-vinda e necessária.

A Aline ainda estava numa fase cheia de descobertas, curiosidades, de impor sua personalidade, cheia de vontades (ainda está). Exigia atenção, precisava ser contornada com habilidade e paciência (que eu já não tinha mais tanto naquela altura do campeonato) e o que mais eu conseguia fazer era pedir para que ela esperasse só mais um pouquinho por mim. Logo eu que até pouco tempo atrás não me via abrindo mão de nada da rotina que eu já tinha estabelecido com ela. E isso me deixava frustrada.


Por outro lado, haviam coisas que não podiam esperar eu ter tempo e eu a orientava para que fizesse sem a minha ajuda, mas com minha supervisão. Com isso, ela ganhou mais autonomia, mais independência. E foi muito positivo para o amadurecimento dela e para nós também porque a tiramos um pouco debaixo da nossa asa rs.

Com o Pedro as coisas também não saíram exatamente do jeito que eu queria. A maternidade vivida com ele também está sendo maravilhosa. O amor é tão intenso quanto o que eu continuo sentindo pela Aline, mas ele não gozou da mesma tranquilidade na hora de mamar, na hora do banho, das trocas, das refeições como foi possível na época da Aline bebê. Ele já encontrou uma casa mais dinâmica. Mas como tudo na vida tem os dois lados, o positivo é que com isso ele é uma criança mais descolada e acredito que a independência e a autonomia para algumas coisas vão vir mais naturalmente. Ele terá além dos pais, a Aline como referência.

Hoje estamos adaptados a uma nova rotina, não vejo como pior ou melhor. A diferença é que as coisas precisaram ficar, na marra, mais práticas. Prevaleceu na nossa rotina com as crianças o que de fato é importante.

O Pedro além de nos trazer muita felicidade, nos fez crescer como família em todos os sentidos (não só na quantidade), nos fez repensar nossos papéis e as nossas prioridades, nos trouxe novas habilidades, nos fez amadurecer e perceber que não temos como controlar a vida, ela muda constantemente, nos desafia e cabe a nós fazermos as adaptações da melhor forma.


Amo meus dois pequenos e tenho muito orgulho da família que construímos! 

Farmácias e bancas de jornal: duas boas opções para comprar presente para crianças!


Uma farmácia foi o que me salvou hoje quando precisei comprar um presente de última hora e "fora de hora" para um amiguinho da minha filha. Às 7h, nada estava aberto, a não ser uma farmácia 24horas e uma banca de jornal! E nas duas encontrei artigos muito legais para presente, até 30 reais!
Na banca tinha livros infantis em capa dura, bola, pratinhos, canecas e tigelas de personagens, além de carrinhos, bonecas e bonecos pequenos (também de personagens).
Na farmácia, outras muitas fofurices divertidas para os momentos de cuidados pessoais das crianças. Elas vão desde escovas de dentes, shampoos, condicionador, saboneteira e brinquedos de banheira de vários personagens até às colônias infantis. As embalagens já são uma gracinha! Ainda há como montar pequenos kits de beleza para as meninas com batons e outras maquiagens anti- alérgicas, lacinhos para cabelo, brincos e pulseirinhas.
A banca de jornal, pelo menos a de perto de casa, deixou a desejar num ponto. Pelo fato dos brinquedos ficarem expostos a poluição, as embalagens estavam muito empoeiradas, sujas mesmo. E sem um paninho por perto para limpar, não havia como levar!
Mas sem dúvida são opções para se ter manga! Vale à pena.
Beijos!

Pesquisa SPC: maioria dos pais cede à vontade dos filhos dentro das lojas

Arquivo pessoal - Aline aos 2 anos

O assunto educação financeira sempre me interessou bastante. Tanto que depois que tive a Aline cheguei até a pensar em desenvolver algum projeto de educação financeira para crianças.

Acho importante que as crianças desde pequenas aprendam a dar valor ao dinheiro e tenham noção do que é caro, do que é barato, o que é poupança, enfim, tudo aquilo que possa contribuir para que elas sejam consumidores mais conscientes, responsáveis e menos endividados quando se tornarem adultas.

Mas confesso que na prática algumas vezes é bem difícil não ceder à pressão dos filhos, de não inteirar as economias quando ela quer comprar algum brinquedo, ou mesmo limitar os presentinhos ao aniversário, Natal e Dia das Crianças.

E pelo visto não é só aqui em casa que as carinhas pidonas muitas vezes acabam conseguindo o que querem! Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que maioria dos pais cede aos desejos dos filhos na hora de fazer compras - 59% compram o que os filhos querem quando o orçamento não está estourado.Apenas 18% dos entrevistados dizem que os filhos participam das decisões sobre o que comprar e onde investir. E entre as famílias que conversam sobre os gastos, é maior o percentual dos filhos que utilizam o dinheiro da mesada para comprar o que desejam: 13%. Nos outros 5% das famílias não há conversa.

O SPC ouviu 622 pessoas de 18 anos ou mais e todas as classes sociais nas 27 capitais brasileiras.

Ainda não adotamos a tradicional mesada, apesar de acharmos esse método mais organizado porque a criança já sabe o quanto e quando vai receber.


Já os cofrinhos chegaram aqui em casa bem cedo. A Aline tem um para moedas e outro para cédulas e todo dinheirinho que ganha não só da gente, mas também dos avós, dos tios e dos bisavós vão direto para cada um deles. Depois de um tempo contamos o dinheiro com ela e damos exemplos do que ela pode comprar com aquela quantia ou o que poderia comprar no futuro se continuasse guardando. Normalmente, quando ela já sabe o que quer, acaba comprando se já tiver a quantia suficiente. Caso contrário, consegue guardar por mais tempo até que atinja o valor do que quer.

Mas já houve situações em que faltava muito pouco para ela completar o dinheiro para comprar algum brinquedo e nós nos antecipamos e inteiramos o valor, mesmo sabendo que ela concordaria (fazendo biquinho, claro) em esperar um pouco mais para juntar a quantia que precisava. Atitude vista com olhar torto por muitos especialistas em finanças pessoais! Mas nós vamos tentar nos controlar mais nesses casos, mesmo diante das carinhas de "magoei" pode deixar!

Ela também ainda está na fase de associar o valor à quantidade de cédulas. Fica mais feliz com várias cédulas de 2 reais, 5 reais ou 10 reais que não totalizam 100 reais, do que com uma de 100 reais. O importante ainda é cofrinho cheio! rs

Mas agora que ela está aprendendo a escrever os números e a somar, explicar quantias começa a ficar mais fácil e logo vamos pensar em regrinhas que ajudem a melhorar a relação dela com o dinheiro por aqui. Volto para contar essa experiência!
E como é na casa de vocês a relação das crianças com o dinheiro? Dicas são sempre bem-vindas!


Beijos!

 

Nova descoberta: amamentação pode impactar no QI das crianças


Todo mundo sabe que amamentar traz inúmeros benefícios para a saúde e bom desenvolvimento dos bebês. Mas vocês sabiam que entre eles estão também melhores notas no boletim escolar e melhores salários quando esses bebês forem adultos? Pois é, também acabei de saber!

Pesquisadores da Universidade de Pelotas (RS) acompanharam 3,5 mil recém-nascidos durante mais de três décadas e descobriram que bebês que foram amamentados por mais de um ano terão maiores chances de serem bem sucedidos nesses quesitos em relação aos bebês que mamaram até os três meses de vida!

De acordo com o estudo um bebê amamentado por pelo menos um ano obteve, em fase adulta, quatro pontos a mais de QI e acréscimo de 349 reais na renda média.

Este é o primeiro estudo no Brasil a mostrar o impacto no QI e o primeiro internacionalmente a verificar a influência na renda. O estudo foi publicado ontem pela The Lancet, uma das publicações científicas mais importantes do mundo.

Os efeitos benéficos da amamentação, como o impacto direto na inteligência, são explicados pela presença de ácidos-graxos saturados de cadeia longa no leite materno, essenciais para o desenvolvimento do cérebro.

Bem bacana, não é mesmo? Então, “bora lá” amamentar nossos pimpolhos, motivos temos aos montes!

Fonte: Portal Brasil
 

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