Cinco ideias de passeios para as férias!

Palhaças do coletivo Clownbaret


Nesse mês de julho o que não falta é opção de lazer para toda a família. Com guias e roteiros de passeios nas mãos e a ajuda da minha pequena, de 5 anos, que vibrou com alguns deles e bem mais com outros rs, a medida que eu ia lendo, selecionamos os Top 5 para essas férias!


Isso, isso, isso!
Os shoppings da cidade estão cheio de atrações desde sucesso nos cinemas entre a garotada, como o filme dos “zoiudinhos”, Minions até pistas de patinação no gelo. Mas a atração escolhida pela minha pequena é a réplica da Vila do Chaves, montada na praça de eventos do Atrium Shopping, em Santo André.

A vila, pelo que podemos pesquisar, está ainda mais divertida! E queremos muito conferir de perto. Lá as crianças participam de oficinas na Escola do Professor Girafales, de uma corrida maluca com o sonho de consumo do Chaves, o sanduíche de presunto, além de brincarem no pula-pula na casa do Seu Madruga. Além dessas atrações os personagens Quico e Chaves vão fazer uma tarde de “selfies” , no dia 18, a partir das 16h, com a galerinha.


Serviço:
Até o dia 26/07, para crianças de 4 a 12 anos
Rua Giovanni Battista Pirelli, 155, Vila Homero Thon, Santo André
Tel. 3135-4500
De segunda a sexta, das 14h às 20h
Sábado, domingo e dias 9 e 10, das 12h às 20h

 
Respeitável público!
No Sesc Vila Mariana a criançada vai poder acompanhar a transformação (maquiagem e figurino) das palhaças Maria Eugênia e Jurubeba, do coletivo Clownbaret! As artistas revelam para os pequenos, num divertido show, os segredos dessa arte tão encanatadora, enquanto contam histórias e brincam com a plateia.

Serviço:
Sesc Vila Mariana. Aula Show com Clownbaret
Domingo a partir das 16h30 (dias 26/07 e 02/08)



Um mundo de histórias!
O Museu da Imigração traz “contos do mundo” para as crianças. Aos domingos a atriz Paula Knoll narra histórias da cultura italiana, portuguesa e africana. Haverá também atração especial no dia 26, Dia da Avó com um conto em homenagem a todas as vovós. Ainda na programação especial, às terças-feiras, as crianças montam “trens” com caixas de papelão e embarcam em uma viagem pelo jardim do museu ouvindo poemas e cantigas.

Serviços:


Museu da Imigração
Rua visconde de Parnaíba, 1316, Mooca
Tel. 2692-1866
De terça a sábado, das 9h às 17h
Quinta, quinzenalmente, até às 21h
Domingo, das 10h às 17h
Ingresso: 6 reais (biblioteca e jardim). Sábado: grátis



Piquenique!
No Parque do Povo, no Itaim Bibi, os pequenos têm à disposição um playground, com piso macio, e os mais grandinhos podem andar de bicicleta ou brincar no gramado. Quem optar por almoçar fora do parque, uma sugestão é o Hecho em México, que tem um espaço aberto com brinquedos para as crianças.

Serviço:
Parque do Povo
Av. Henrique Chamma, 420, Chácara Itaim
Tel. 3073 -1217
De segunda a domingo, das 6h às 22h



No País das Maravilhas!
Alice é um musical que está sendo exibido no Teatro Folha. Bonecos manipulados contam a história de Alice. No musical atores e bonecos saem de uma estante no cenário.

Serviço:
Teatro Folha - Shopping Pátio Higienópolis
Segunda, às 16h até o dia 27/07
Duração: 60 minutos
5 anos
Ingresso: 30 reais


Bônus!
Peça "O sonho de Jerônimo". Essa é uma indicação da jornalista especializada em crianças, Gabriela Romeu. Este é um espetáculo do grupo A Fabulosa Companhia, que mostra a jornada em busca da felicidade, que pode estar mais perto do que se imagina. É uma história que alimenta o imaginário infantil.


Serviço:
Sesc Bom Retiro - Teatro
Al. Nothmann, 185, Campos Elíseos
Tel 3332-3600
Domingo, dia 12, às 12h
Ingresso de 5 reais a 17 reais


 Deixe também a sua sugestão de passeios em São Paulo e outras cidades!


Beijos e ótimo restante de férias!
 

Meus filhos me melhoraram em muitas coisas, a alimentação foi uma delas!



Para que eu conseguisse agir de maneira mais responsável com a minha alimentação precisei de uma grande motivação, melhor, duas!

Para quem não me conhece, nunca fui obesa, aliás estive sempre longe de estar acima do peso. Mas isso não significa tanta coisa assim, pode acreditar!  Na verdade, o fato de eu me manter no meu peso "ideal" esteve sempre muito mais associado a quantidade de alimentos que ingeria, do que a qualidade deles.

Confesso, que vez ou outra, principalmente em festinhas e fins de semana, ainda como umas bobagens, lógico que sempre acompanhada da desculpa que "ninguém é de ferro". E esse é o tipo de desculpa que ainda preciso me livrar!  

Tirando essas escapadas, posso dizer que nos últimos seis anos vi uma mudança significativa na qualidade da minha alimentação e de tabela na alimentação da minha família, já que sou eu que a preparo. A principal motivação foi a chegada da Aline e ganhou força com a chegada do Pedro.

Já na primeira consulta do pré-natal da Aline levei uma baita bronca porque tinha engordado nas primeiras 4 semanas de gestação mais de 2,5kg e sai do consultório com uma lista do que deveria evitar.

Na hora, confesso, que fiquei até meio surpresa com a reação dela... como assim? Agora que eu podia comer à vontade ela me vem com essa!

As palavras de ordem foram moderação no sal e alimentos com açúcar e ir com tudo nos alimentos ricos em ácido fólico (verduras verdes escuras, que auxiliam no bom desenvolvimento do cérebro do bebê), uma vez que não me preparei com a vitamina antes de engravidar.

Outro conselho, que levo para a vida, é fazer várias refeições balanceadas no dia (na gestação de 6 a 8 refeições).

E como eu queria uma gestação saudável para mim e para o bebê, segui a risca todas as orientações da minha obstetra. E não foi que a pontinha de raiva que eu estava dela deu lugar a satisfação já na próxima consulta?rs

Falar que encarei as "restrições" com alegria, estaria mentindo, porque sou louca por doces. Mas quando vi que consegui passar sem as guloseimas e tanta gordura e que eu estava contribuindo para que a bebê crescesse saudável dentro de mim, me dava um baita conforto.

Cada vez que subia na balança e via que eu tinha engordado, às vezes, 1kg ou um pouco menos, mas que a bebê ganhava peso e se desenvolvia maravilhosamente, ficava muito feliz por nós duas. Era aquela sensação de ter feito a lição de casa direito.

Durante toda a gestação engordei 7,5kg. Aliás nas duas gestações. E os meus bebês nasceram com mais de 3kg cada um e saudáveis. 

No período de gestação cortei refrigerante, doces e frituras e passei a comer mais frutas, legumes,  verduras, arroz e pães integrais e carnes assadas ou grelhadas, além de continuar com a natação, durante a gestação da Aline e alguns meses de Pilates, durante a gestação do Pedro.

Passado o período da gestação da Aline, continuei a me alimentar de maneira mais saudável a motivação daquela vez era a amamentação. Queria muito amamentar e dar para minha filha um leite nutritivo e saboroso (veja aqui no blog o post  "Dicas para um leite materno nutritivo e saboroso"). 

Quando ela começou a comer papinhas veio uma nova motivação. Queria que ela tivesse a melhor alimentação e que gostasse de alimentos naturais e variados. Os alimentos para ela eram selecionados e eu fazia questão de comer junto para ser o exemplo, mesmo alguns verdinhos que eu ainda torcia o nariz. Nesta fase, o difícil não foi manter uma dieta saudável em casa, foi fazer as pessoas de fora entenderem que ela, mesmo sendo criança, não precisava ser agradada com doces ou refrigerantes.

Aos três anos da Aline, engravidei do Pedro. E desta vez todos os processos foram bem mais fáceis. Eu já era uma pessoa melhor comigo mesma em relação ao que eu comia e não senti o peso das restrições ou das obrigações.

Já estamos todos em casa adaptados a uma alimentação mais saudável. O Pedro chegou numa nova fase minha e da família, então tudo acontece de maneira muito natural com ele também.

Costumo brincar com as amigas que se querem aprender a comer direito tenham filhos! A gente repensa a vida e começa a fazer tudo melhor pensando no bebê, quando vê já é outra pessoa!

Desejo que você também encontre a sua motivação para uma alimentação mais saudável!

beijo!

Natação: vivendo, errando e aprendendo!

É frustrante quando se faz algo com o objetivo de oferecer melhor qualidade de vida para os filhos e as coisas não saem exatamente como o esperado.

Foi o que aconteceu comigo quando decidimos colocar a Aline na natação. Ela tinha 1 ano e meio, ainda não frequentava nenhuma escola e tinha pouca interação com outras crianças. Eu trabalhava em casa e basicamente eu era a companhia dela e ela a minha.

Mas percebia que ela precisava de mais, me solicitava a todo instante para brincar e por mais que eu a atendesse, nunca era o suficiente. Foi quando eu comecei a pensar que seria bacana  que ela tivesse outras atividades fora de casa para que interagisse com outras pessoas, saísse um pouco do ambiente da casa e vivesse novas experiências. 


Natação

Com aquela idade não tinha tantas opções assim, e perto de casa.  Ficamos entre a musicalização e a natação. E acabamos optando pela segunda, porque tinha mais crianças e várias opções perto da nossa casa.

A novidade agradou muito a Aline e no começo foi tudo uma maravilha. Eu fazia as aulas com ela, as aulas eram bem divertidas, cheias de brinquedos, a professora era um doce de pessoa, tinha outros bebês na turminha e ela adorava a água morninha. E foi assim até os bebês avançarem para as aulas de mergulho.

Experiência nem tão boa assim
Pra quê? O que era sonho virou rapidamente pesadelo. A Aline não estava preparada para mergulhar e infelizmente a professora não soube perceber isso por mais que eu dissesse que ela não estava preparada, não estava no seu tempo para aquilo.

O fato de ela saber que teria que colocar a cabeça embaixo da água a fazia entrar em desespero. 
Bastava a professora começar a cantar a musiquinha para iniciar o mergulho que a Aline entrava em pânico. Gritava tanto que por duas vezes precisei encerrar a aula antes e sair com ela da piscina para que ela se acalmasse.
Ela não queria mergulhar, sentia medo. Mas a professora insistia. Cada vez com uma técnica, com muita conversa, mas sempre terminava em muito choro. E ao invés de melhorar aquela situação só piorava.  Ela passou a associar a natação a um momento ruim, chorava ainda em casa quando nos preparávamos para sair. Até dar banho nela virou um  problema, não podia cair água na rosto.

Regredia a cada aula. Passou a não querer entrar nem mais na piscina. Ficamos duas ou três aulas sentadas na beirada da piscina só com os pés na água porque ela se recusava a entrar.
A professora começou achar que era manha. Mas eu sabia que não era. Pedi então para que ela dispensasse a Aline somente do mergulho, até que ela se sentisse segura para tal. Por duas aulas a professora concordou, mas na terceira achou que ela deveria voltar fazer.


Hora de parar

A conversa com a professora começou a ficar difícil. Senti uma preocupação maior em cumprir o programa de aula e não perder aluno e não com o problema que a Aline estava.

Enfim, tirei ela da natação, estava traumatizada e eu me sentindo culpada por ter deixado as coisas chegarem naquele ponto.
Fui à pediatra e, como conversamos sobre tudo, contei o que tinha acontecido. Ela me aconselhou dar um tempo na natação, mas que em algum momento seria importante voltarmos a fazer para que aquele medo não cristalizasse na Aline. Eu teria que sentir o momento que a Aline estaria novamente preparada para voltar, mesmo com medo.

Eu não queria que ela carregasse esse medo e sempre me pegava pensando qual seria o momento de retornar.
Foram quase dois anos de afastamento. Perguntava de vez em quando se ela queria voltar e sempre me dizia que não.
Até que um dia eu resolvi fazer natação para incentivá-la, ainda assim ela não se animou. E conversando com a minha professora sobre como tinha sido conturbado o início dela na natação e do medo que tinha. Ela me encorajou a levar a Aline para que começasse um trabalho com ela do  zero.


O retorno
Recomeçamos aos pouquinhos. Na primeira aula ela só observou as outras crianças, na segunda sentou na beiradinha e ficou só com os pés na água. Na terceira aula levou uma bonequinha e entrou. A professora fazia aula com ela e com a boneca. Foi tanto carinho, ela passava tanta segurança e principalmente respeitava os limites da Aline. Foi um conjunto de boas práticas, de profissionalismo e humanidade que fez com que a Aline superasse os limites. De uns quinze dias para cá, passados um ano, ela desencantou, começou mergulhar e sentir prazer ao fazer isso, além de nadar sozinha e o mais gratificante, está cheia de confiança e de vontade de aprender mais.
 
Lições
Não tenho como evitar que meus filhos vivam experiências ruins e elas podem servir como injeção de ânimo para virar o jogo e enfrentar os desafios;
Não devo dar tanta ênfase no que acontece de errado, mas me concentrar nas oportunidades que a vida sempre dá para tentar novamente e acertar. 
 
 
 
Beijos!

Dicas para um leite materno nutritivo e saboroso!



Quando se está amamentando sempre surgem muitas dúvidas sobre o que comer e o quanto comer para que se tenha leite o suficiente e que ele seja o mais nutritivo e saboroso para o bebê. As dúvidas também passam pelo o que evitar na alimentação, já que alguns alimentos podem não fazer muito bem para a criança.

Mesmo vivendo essa fase novamente, agora com o Pedro. Vez ou outra me pego na frente de algum alimento me perguntando: Devo ou não comer? rs.

Tudo bem que sou "caxias" com essa história, mas particularidades a parte, que lactante nunca ficou na dúvida do que comer?

Pensando nisso, convidei a nutricionista, Madalena Vallinoti, para nos ajudar.

Ela lembra que toda nutriz ou lactante deve ter uma alimentação colorida e variada, pois tudo o que é ingerido nesta fase é passado para o bebê, ajudando no crescimento assim como, podendo causar certos desconfortos. E destaca alguns alimentos:

Alimentos fontes de Cafeína


Madalena orienta que o café, o chá preto, o chá mate, o chocolate e os refrigerantes devem ser consumidos em pequenas quantidades ou se possível evita-los. E recomenda:" Quanto ao café tome no máximo duas xícaras pequenas (50mL) por dia. Para as que gostam de energéticos, evite neste período",  Ela lembra que o consumo de alimentos que contém cafeína, é estimulante e podem comprometer o sono do bebê, deixando-o irritadiço.

Adoçantes


Quanto aos adoçantes, ainda não há um consenso entre os profissionais médicos e nutricionistas quanto ao seu consumo na gestação e amamentação.  A recomendação é que a lactante consuma o adoçante durante a gestação e amamentação apenas se houver necessidade e o melhor é fazer uso daqueles à base de Stevia. " O ideal é optar por consumir os alimentos em sua forma natural, sem adição de adoçantes e açúcares. Caso opte por adoçar com açúcar, prefira o açúcar orgânico Demerara ou Agave (“Mel vegetal”)", orienta.

Condimentos e temperos fortes


Aqui a receita da nutricionista é não exagerar. "Temperos de odor forte, como o alho, por exemplo, passam o seu sabor para o leite e podem causar a recusa do bebe em mamar".

Proteínas


O recomendável pela nutricionista é consumir em todas as refeições uma porção de proteína (carne vermelha, aves, ovos e peixes) e os peixes podem ser consumidos duas vezes por semana.

Alimentos que causam gases


Recadinho: "mamãe se quando você se alimentar com leguminosas como: feijão, lentilha, ervilha, grão de bico, etc. apresentar gases, assim como depois do consumo de repolho, brócolis ou couve flor, o melhor é evita-los, pois possivelmente o bebê também irá apresentar gases e cólicas, o que o deixará irritadiço e inquieto. O consumo de doces também costuma causar gases e cólica no bebê".

Alimentação colorida e variada


A dica é: "selecione uma grande variedade de alimentos, quanto mais colorido um prato, maior a quantidade e diversificação de vitaminas, minerais e nutrientes fitoquímicos ou bioativos. Uma alimentação rica em frutas, verduras e legumes favorece ainda um melhor funcionamento do intestino, evitando a “prisão de ventre” ou constipação intestinal".

Hidratação


A nutricionista recomenda beber bastante líquido (de 8 a 10 copos por dia ou de 2 a 2,5 litros por dia), na forma de água, sucos, sopas e leite. "Durante o período da amamentação é fundamental manter-se hidratada para que haja uma produção adequada de leite em qualidade e quantidade. No primeiro trimestre há uma produção média de 800mL à 900mL de leite por dia". Ela recomenda a hidratação ao longo do dia, mas também logo após amamentar.

Fracionar a alimentação


"Para obter as calorias extras necessárias, faça pequenos lanches intermediários". Madalena orienta que mesmo que não necessitemos de calorias extras, é importante fracionar a alimentação e realizar de 5 a 6 refeições diárias, para manter a saciedade, a oferta de nutrientes, e assim evitarmos um alto consumo de alimentos nas principais refeições e consequentemente digestão lenta e indisposição. "O ideal é consultar o seu nutricionista para personalizar a sua alimentação de acordo com as suas necessidades nutricionais".

Alimentos fonte de cálcio


"Dê importância ao consumo de alimentos ricos em cálcio (leite e derivados, de preferência magros). Mas é importante observar se o bebê apresenta alguma reação alérgica, pois se assim for a mãe deverá evitar o consumo destes alimentos e procurar o seu nutricionista e o pediatra".

Exercícios físicos


"Tenha regularidade e freqüência nos seus exercícios físicos, para que seu peso retorne mais rapidamente ao normal, sempre com acompanhamento e autorização do médico responsável".

Hábitos sociais e medicamentos


Não custa lembrar que fumar, tomar remédios sem orientação médica e fazer uso de bebidas alcoólicas não combinam com amamentação, pois essas substâncias são prejudiciais e podem ser transferidas para o leite materno. "Mães dependentes químicas não devem amamentar. Importante destacar ainda que a bebida alcoólica, diminui a absorção de nutrientes pela lactante e ainda pode causar danos às células nervosas do bebê, deixá-lo sonolento, sem fome, comprometendo seu ganho de peso".

Meninas, espero que tenham gostado da participação da nutricionista com todas essas dicas!


E se tiverem leite em abundância não deixem de doar. Leite materno é sinônimo de vida para muitas crianças.

Beijos!

 
Madalena Vallinoti é também diretora do Sindicato dos Nutricionistas do Estado de São Paulo e Personal Diet Clínica Nutricional www.personaldiet.com.br




 

14 ideias de balões para a festa das crianças!

Não consigo pensar em festa de criança sem balão! Eles de fato são são presença cativa e não é para menos,:transmitem alegria, agradam aos olhares dos adultos e encantam as crianças, além de darem um toque pra lá de especial na decoração!

Com um pouco de criatividade, então, aquele simples balão se transforma e deixa o ambiente ainda mais bonito e personalizado.

Separei algumas ideias para a gente viajar nesse mundo dos balões! E o melhor, são sugestões que nós mesmas podemos nos arriscar a fazer
! Que tal?




Esses revestidos são um charme! E a amarração em flores, fitas... dão um toque ainda mais delicado.  Além das festas de aniversário, caem super bem para chás de fralda e por que não para decorar o quarto do bebê? Podemos usar vários tipos de tecido que tenham uma certa transparência, além de papéis, como os celofane.



Esses são mini balões que podem substituir os toppers de doces! Além de dar uma variada, são simples, prático, barato e deixa a o docinho lindo!



Passei a amar ainda mais fotos depois do nascimento dos meus filhos e um painel com muitas delas nunca pode faltar no aniversário dos meus pequenos. Então, não preciso nem dizer que adorei essa outra ideia para as expor as fotos. Essa sugestão me fez pensar que pode, inclusive, ser uma bela opção de lembrancinha. Ao final da festa, o convidado escolhe um balão com uma foto para levar para casa. De quebra já esvazia o espaço para a próxima festa! rs



Balões para decoração de objetos que vão na mesa do bolo,mesa de apoio ou dos convidados! Esses estão cheios com água. 


 
Balões invertidos! Gostei muito dessa sugestão para os balões que vão no teto. Além de ficar  bonito e diferente, não estouram ao serem puxados.



E esse painel? Que graça! Só balões e fitas em papel! Simples e charmoso.


 
Já pensou nessa ideia? Balões viram frutinhas! Apenas para a banana é preciso aquele modelo alongado, além de papel verde para fazer as folhas.
 
 
 
 
Balões sorvete! Aqui os cones em papel podem ser desenhados ou utilizar para eles papeis estampados.
 

 
 
  
Se você não tem habilidade com aqueles balões cumpridos para fazer bichinhos, pulseiras, flores e tantas outras coisinhas, achei essa uma alternativa diferente e divertida! O balão é o comum e nele podemos desenhar e fazer detalhes em papel para criarmos os mais diferentes personagens. Os detalhes em papel devem ser colados no balão depois que ele estiver cheio!

 
 
 
Nos balões transparentes dá para viajar! Dentro pode ser colocado um outro balão colorido (os dois devem ser enchidos juntos), papeis coloridos, lantejoulas ou estrelinhas e o que mais ornar com o tema da sua festa!
 
 
 
 
Balões geladinhos podem ser colocados nos baldes de bebidas, nas bandejas de gelatinas, sorvetes, mousses...e completam a decoração!


É isso meninas, espero que tenham gostado!

Beijos
 

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