Fantasia feita em casa

 
O Carnaval está aí gente! Que tal entrar no ritmo com a criançada começando pela produção da fantasia, em casa? Além de uma boa economia, a diversão estará garantida, pode apostar!

E se você se animou, aí vão algumas ideias de fantasias que podem ser feitas com materiais simples e baratos. Agora é só usar a criatividade...seu filho vai amar e arrasar!

Artista 
 
 
Achei o máximo essa ideia! É uma fantasia construída de uma maneira diferente, fácil de produzir e prática!

Na imagem o menino usa calça e uma blusa de manga longa. Mas como no Brasil estamos em pleno verão e a temperatura só tende a aumentar durante a folia, uma sugestão é usar uma bermuda jeans ou jardineira, camiseta regata ou mesmo ficar sem camisa, porque o que vai dar mesmo ao seu filho a “pinta” de pintor será a boina, o bigodinho, que você poderá fazer com seu lápis de olho, e claro a paleta de pintura, que pode vir no lugar do avental como na imagem ou na mão. Eu ainda deixaria ele se lambuzar um pouco nas tintas coloridas rs.

Para a fazer a paleta de cores, anota aí: caneta para desenhar a paleta, cartolina ou caixa de papelão, tesoura, tintas coloridas. Ah e não esqueça do pincel, que pode ser desenhado também ou bem colado à paleta para que seu filho possa brincar à vontade e ninguém se machucar com o pincel.

 
Mergulhador

 


Outra ideia diferente e bem bacana, que seu filho vai adorar, é a fantasia de mergulhador!

Separe uma roupa de verão e os óculos de natação! Caso não tenha os óculos poderá comprá-los a preços super em conta em lojas especializadas e até mesmo nas lojas de “um real”. O próximo passo será só preparar o cilindro de oxigênio!



 
 
Para fazer o tanque vocês precisarão de:
  • Duas garrafas pet de refrigerante
  • Cor de tinta da sua preferência (o acabamento ficará melhor se a tinta for em spray)
  • Fita adesiva para envolver o cilindro
  • Cadarços de sapatos pretos
  • Pistola de cola quente
 
Para o tubo separe:
  • Um tubo preto com molas (os conhecidos conduites, que você encontra em lojas de construção)
  • Chupeta
  • Pistola de cola quente
1. Cubra uma das extremidades do tubo com a fita adesiva amarela
 
2. Cole a chupeta na outra extremidade do tubo. Deixe secar durante a noite.
 
Sereia
  

 

Meninas são fascinadas por sereias, que tal transformar a sua princesinha em uma?

As imagens mostram como pode ser simples. Mas pensando no guarda-roupa aqui de casa faria algumas modificações.
Na parte do busto você pode usar também a peça de cima de um biquíni da sua filha.

Para a parte de baixo da fantasia, caso não tenha tules em quantidade, pode usar uma saia da sua filha, que combine com as cores do biquíni, ou mesmo somente a calcinha do biquíni. Num E.V.A, colorido e/ou com brilho (ou material de sua preferência) desenhe e recorte a cauda da sereia, cole um fita na altura da cintura que servirá para amarrar a cauda na cintura da sua filha. A cauda ficará somente na parte de trás, dando mobilidade e conforto para sua princesinha do mar se divertir à vontade.

A cauda também pode ser feita em TNT, um material barato e leve e depois decorado com lantejoulas ou glitter. Você pode fazer somente a parte de trás da cauda ou como uma saia para vestir por cima do biquíni.

Para a cabeça, não esqueça de uma tirara ou fita decorada com motivos do mar. Um colar de pérolas dará um toque especial e delicado. Pronto! De princesa à sereia em poucas horinhas!


Gatinha


  
Outra fantasia bem simples de fazer em casa e que as meninas vão adorar é a fantasia de gatinha.

  
Você vai precisar de: um body ou vestidinho preto, tiara preta com orelhinhas de gato, (as orelhas você pode fazer com EVA preto) e claro, a maquiagem (bigodinho e narizinho de gato).

Você ainda pode substituir o preto pelas cores da preferência da sua gatinha e deixá-la super fashion e original.

 
Bebês foliões
 


Nos bebês, abusem dos bodies coloridos acompanhados das calças (mijão) com bichinhos ou personagens desenhados no bumbum, bonés e tiaras. Além de ficarem muito fofos, são confortáveis para a folia dessa turminha!

Agora, se tiver um tempinho, entre as trocas de fraldas e as mamadas, solte a criatividade! Os bodies lisos e básicos podem ser transformados em lindas fantasias. As imagens trazem algumas opções! 


Lancheirinhas mais saudáveis


Elaine de Pádua, nutricionista

 
Começo esse post contanto um pouco como a lancheira virou um certo problema aqui em casa.

A Aline sempre aceitou bem os alimentos naturais e apesar de todo o cuidado para que os industrializados não invadissem o armário de casa, foi inevitável que eles aparecessem, principalmente quando ela iniciou na escola.
Na primeira visita ao colégio, aos 3 anos, ela já foi recepcionada com um pirulito colorido, brilhante e aparentemente inocente, do jeito que criança gosta.

Depois vieram as balas de boas-vindas, quando as aulas iniciaram. E de brinde, na agenda escolar, uma sugestão de cardápio para os lanchinhos. Entre as sugestões, sucos de caixinhas, bisnaguinhas, bolinhos recheados e biscoitos.

Apesar de algumas dessas coisas já não serem novidades para ela, o cardápio me preocupou um pouco porque o acesso a esses alimentos não seriam mais esporádicos, mas diários. Mas enfim, aceitei a proposta da escola, já que o objetivo era fazer com que todos levassem o mesmo lanche para que uma criança não ficasse com vontade de comer o lanche da outra ou que achasse que o lanche do coleguinha era melhor.

Foram dois anos assim e eu, de vez em quando, pensando no sódio de cada caixinha de suco que eu enfiava na lancheira, na gordura trans dos biscoitos, no excesso de corantes e por aí vai, salvo as frutas! rs

Mas confesso, que apesar de não contente com o que ia na lancheira, me acomodei com a praticidade, que era sempre muito bem-vinda nas nossas corridas manhãs.

Mas para esse ano quero fazer diferente, seguir o que já faço em casa e preparar a lancheira do jeito que acho que precisa ser, pelo menos enquanto ela é pequena e que eu posso decidir o que ela deve levar.

Pensando nisso, convidei a nutricionista Elaine de Pádua, da clínica DNA Nutri e autora do livro "O que tem no prato do seu filho?" para participar deste post e nos ajudar no preparo dos lanchinhos dos nossos pequenos.

De acordo com a nutricionista, às vezes é necessário que a criança experimente entre 15 e 20 vezes o mesmo alimento para começar aceitá-lo. Em outras palavras, não desista na primeira cara feia!

“E se a criança não tem o hábito de uma alimentação saudável o ideal é, para começar, fazer combinações, colocando na lancheirinha um alimento que a criança gosta junto com um outro alimento novo”, orienta a nutricionista.

Outra dica é apostar na criatividade e nas cores. “Assim será mais fácil a criança gostar da novidade”. E reforça que quanto mais monótono for o cardápio, mais difícil a introdução de alimentos novos.

Em substituição aos sucos de caixinhas (uma das minhas principais preocupações), Elaine sugere como opções o suco de uva integral (aquele que vem em garrafas de vidro, sabe?) diluído em um pouco de água e sucos de frutas vermelhas, como acerola e morango e também o de caju, preparados em casa.
A nutricionista ainda orienta que é importante o incentivo do consumo da fruta “in natura”, para que se tenha uma absorção de fibras e fortaleça o processo de mastigação. Ela lembra que o suco natural em relação ao industrializado sempre leva vantagens, mas ainda assim há uma absorção muito rápida de glicose quando a fruta é consumida em forma de suco.

No que diz respeito aos pãezinhos, a tradicional bisnaguinha pode ser substituída facilmente por outros pães menos industrializados como as broinhas, e que a criançada também adora.

Todas essas dicas me deixaram super animada em melhorar a lancheira da Aline este ano, espero que tenham inspirado você também!

E se você só precisa de mais um empurrãozinho para colocar tudo isso em prática. Vai aí um cardápio, elaborado pela nutricionista, especialmente para os nossos filhos!
 


SUGESTÕES DE LANCHES por Elaine de Pádua


1ª Opção

1 unidade de pão bagel integral com patê de frango desfiado e creme de ricota,

cenoura ralada e cebolinha (o frango pode ser substituído por atum)

2ª Opção

1 potinho com milho cozido + cenoura baby + tomatinho cereja + Actimel 


3ª Opção

1 porção de fruta picada com granola (1 colher de sopa) + 1 porção de iogurte


4ª Opção

1 potinho com salada de frutas com flocos de milho integral natural (sem adição de

açúcar) 


5ª Opção 

1 pedaço de torta de legumes com carne moída ou com frango ou com sardinha ou

com atum (caseira) + 1 unidade (200mL) de suco natural sem adição de açúcar ou suco

de uva integral sem açúcar ou suco de maçã da Yakult ou suco Do Bem (sem adição de

açúcar) ou suco de frutas Suvalan








Cápsula do tempo: o que esperar do futuro?


Resolvemos brincar de pensar em como será o nosso futuro daqui a 10 anos, colocar numa carta, que foi para a nossa cápsula do tempo.
 
Já estávamos nos organizando para esse dia, inspirados no desenho infantil da porquinha Peppa, que em um de seus episódios conta sobre a cápsula do tempo que os seus pais, e de seus amiguinhos, fizeram quando ainda eram crianças. A cápsula foi aberta quando os pais cresceram. O objeto trazia recordações da infância e desejos do que seriam quando crescessem. Peppa e seus amiguinhos repetiram a experiência de seus pais. E nós também! rs
 
No último domingo, sem nos programar, estávamos todos em casa e começamos a fazer a nossa cápsula do tempo. Nela tem uma "pequena” carta que conta como é a nossa vida hoje e como nos imaginamos daqui a 10 anos, individualmente e em família, uma foto da família daquele dia e um objeto de cada um, que lembra a nossa fase de vida hoje. 
 
Foi muito legal pensar no futuro. Imaginar a Aline com 15 anos, o Pedro com quase 11 e tudo o que eles poderão estar fazendo. Para nós também muita coisa deve mudar nesse intervalo, pelo menos é o que imaginamos.
 
Algumas coisas queremos diferente e outras iguais. Mas foi muito bom saber que nos imaginamos juntos, prosperando e felizes.
 
Foi uma experiência muito boa, inesquecível poderia dizer, conversamos muito e rimos ainda mais. 
 
A nossa cartinha será aberta em 18 de janeiro de 2025! Espero que possamos ler a carta juntos. Com certeza será outro dia muito feliz e de muitas risadas. Uma coisa é certa, a Aline terá descoberto que não é possível se transformar numa tartaruga marinha, mesmo depois de 10 anos! rs
 
Indico para todo mundo: aproveitar as férias e separar um momento para construírem também suas cápsulas do tempo. A diversão estará garantida e muitos sonhos também.
 

Algumas dicas para fazer uma cápsula do tempo incrível em família:

 
  • Espere por um dia que estejam todos em casa de bobeira, assim todo mundo irá se envolver de verdade com esse momento.

  • Ou aproveite uma data especial, momento que a família estará reunida. Além de todos estarem juntos naturalmente, será fácil lembrar a data de abrir a cápsula, depois de passado alguns anos.

  • O que colocar na cápsula é decisão de cada um, mas se possível filme ou grave áudio desse momento e guarde o documento junto com as outras coisas na cápsula. Lamentei por só ter pensado nisso depois. Imagina o quão emocionante e divertido será ouvir os pequenos imaginando o futuro deles!

  • Separe um recipiente à prova do tempo! Se for guardar a cápsula em casa, desde que não tenha umidade, vale caixa de sapato, de camisa, lata, bolsa, mala velha. Vai da criatividade de cada um. Agora se for enterrar ao ar livre, o recipiente deve ser mais resistente, acho que PVC e vidro, podem ser boas opções e use nas embalagens aqueles saquinhos de gel dessecantes, eles ajudam a absorver a umidade.

  • Escolha um ou mais elementos surpresa para colocar na sua cápsula. Alguma coisa que remeta os tempos atuais. Mas não revele para a família. Será uma surpresa para eles

  • Como lembrar a data de abrir a cápsula? Escolha uma data especial, divida isso com algum amigo ou familiar para que te ajude a lembrar. Existe até um site que você pode se cadastrar e eles te mandam um email no ano e dia que você deverá abrir a sua cápsula! 

Agora é só começar!
 
  
 
  
 
 

Brinquedo por todos os lados



Você já tropeçou nos brinquedos dos seus filhos? Vive acontecendo comigo.

Não sei se é brinquedo de mais para o apartamento ou a casa que é pequena de mais para os brinquedos.

No quarto das crianças já não há espaços em cima ou embaixo das mobílias que não tenham sido ocupados por uma caixa organizadora cheinha deles, além dos que já integraram a decoração da casa.

A maioria dos brinquedos aqui de casa são da Aline, fico só imaginando quando chegarem os do Pedro.

Hoje comprei mais três caixas organizadoras. Isso porque o combinado era que os brinquedos teriam que se adaptarem às caixas e não as caixas aos brinquedos. Mas precisei abrir essa exceção, mais uma vez! rs

Uma vez ou outra separo alguns brinquedos para doação, mesmo contra vontade da pequena que é super apegada aos seus. Mas eles continuam se multiplicando.


Não tenho nada contra os brinquedos. Pelo contrário, eu também curto! E acho que eles têm uma função muito importante no desenvolvimento e na socialização das crianças. Gostamos que brinquem e vamos pro chão brincar junto. Mas fico me perguntando com o que mais poderíamos presentear as crianças.

Além do problema com espaço, não quero estimular o consumismo desenfreado. Não quero vê-los com expectativa para o aniversário, para o Natal e Dia das Crianças, só para ganhar presentes. Ou transformando o desejo em necessidade por determinado brinquedo.

Lógico que ganhar presentes é sempre uma delícia. Mas o que estou vendo é que os brinquedos não têm se limitado às datas comemorativas. Por isso,  sinto que precisamos diminuir as compras e substituí-los, mais vezes, por outras coisas que também podem ser muito legais para as crianças.

Por isso, para 2015 a ideia é promover mais brincadeiras ao ar livre, brincar mais com a natureza, mais com brinquedos construídos por nós mesmos, mais com mais pessoas!

 

Dicas para escolher a escola para o filho


O ano está terminando e muitos pais estão pensando na escola que matriculará o filho no ano que vem. Para quem ainda está nesse processo, que de simples não tem nada, vale a pena dar uma olhadinha nas dicas que José Augusto de Mattos Lourenço, vice-presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo (SIEEESP) enviou para o “Mãe pensa em tudo”:


Lourenço lembra que conversar com o filho para saber se ele gostou da escola é muito importante para melhor adaptação. E orienta que:

· Pai, mãe e filho (a) visitem a escola juntos, em horário normal de aulas.

· Conheçam a escola em todas as suas dependências (salas de aula, laboratórios, pátio, quadra de esportes, banheiros, lanchonete, etc.).

· Contatem outros pais e alunos que estudam na escola para saber a opinião deles.

· Conversem com direção e coordenação pedagógica para saber sobre modelo pedagógico adotado. E existem vários: montessoriano, construtivista, tradicional, religiosa ou não, bilíngüe, entre outros. 

· Se informem se a escola adota livros didáticos ou apostilas (sistemas de ensino e qual).

· Verifiquem se há participação dos pais nas atividades.

· Verifiquem a segurança.

· Esclareçam como é o atendimento em caso de acidente
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A psicopedagoga, Katia Simone da Silva, também falou sobre o assunto.  Ela chama a atenção ainda para outras questões como o material didático, número de profissionais e alunos em sala de aula.

Katia Silva, psicopedagoga
Para ela é importante que a escola trabalhe com a mesma coleção de livros didáticos em todas as séries, ou pelo menos para as séries de um mesmo ciclo (educação infantil, ensino fundamental I e II) para que haja continuidade e fluidez na absorção do conteúdo. Se a escola adota um livro ou apostila de determinada editora para uma série e esses alunos, na série seguinte, passam a estudar com livros de uma coleção diferente ou de outra editora isso pode confundi-los e atrapalhar o trabalho do professor em sala de aula".

Ela explica que mesmo que os assuntos abordados pelas editoras sejam quase que padrão quando se trata da mesma série, a didática, a proposta de aula e a ordem com que é tratado esse conteúdo, por cada editora, é diferente e são essas peculiaridades que podem prejudicar a dinâmica do processo de aprendizado. 

Outro ponto que a psicopedagoga chama a atenção é verificar (principalmente, quando se trata de crianças que estão ingressando na vida escolar), se a escola conta com professoras auxiliares e um número reduzido de aluno por turma. “A escola que conta com duas professoras em sala para ensinar e auxiliar e turmas com até 16 alunos, apresenta um diferencial positivo em relação as demais, pois dessa forma conseguirá com que nenhuma criança fique desassistida em nenhum momento seja dentro ou fora de sala, como idas ao banheiro, ao bebedouro, lanche e outras atividades. Além disso, o professor terá condições de observar e atender necessidades especificas de cada criança”.


Para Katia, a personalidade e os gostos da criança também devem ser considerados. "Ás vezes, o simples fato de uma criança não gostar de areia pode ser um problema se a mesma for matriculada numa boa escola, que atende as expectativas dos pais, mas que o parque é num tanque de areia, ao ar livre, onde ela terá que passar algumas horas durante a semana", exemplifica.

Sabemos que a escola perfeita não existe, mas ela pode estar o mais próximo possível das nossas expectativas. Algumas coisas, conversando, são ajustadas no dia-a-dia. E isso pude conferir no primeiro ano da Aline na escola. A troca de informação com os professores foram importantes para que eles a conhecem melhor e ela tivesse uma melhor adaptação. Já vão existir outras questões que não serão adaptadas ou modificadas para o seu filho. Por isso, é mesmo importante se ater aos detalhes, ver se eles vão fazer diferença na vida ou no desenvolvimento da criança e se for preciso repensar a escolha e mudar, por que não?
Essas são as dicas de hoje!. Espero poder ter ajudado em algumas questões. E se vocês, que já passaram por esse processo, quiserem acrescentar outras dicas, fiquem à vontade para comentar.
 

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