Vacina da gripe 2016: esclareça suas dúvidas


A vacina da gripe 2016 já está aí, mas ainda são muitas as dúvidas de nós, pais, em relação a gripe e a como proteger os nossos filhotes.

Para tentar esclarecer um pouco essa questão, que tanto nos preocupa neste momento, convidei a pediatra, com especialidade em infectologia infantil e mãe, Regina L. B. Matielo, para conversar com a gente, aqui no blog!

Confiram, logo a seguir, as informações que ela nos trouxe carinhosamente.  Espero que auxiliem a todos nós!  


A vacina
Há dois tipos de vacina contra a gripe: trivalente, que protege contra dois tipos de gripe A (H1N1 é um deles) e um tipo de gripe B (totalizando três tipos de gripe) e a tetravalente, que protege contra 2 tipos de gripe A e 2 tipos de gripe B (quatro tipos de gripe).


A trivalente está indicada para bebês a partir dos 6 meses e a tetravalente para crianças a partir dos 2 anos.


Quem recebe a vacina 
Respeitando as recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria e considerando as diretrizes do Ministério da Saúde, crianças de 6 meses a 2 anos devem ser vacinadas com a vacina do ano. Estende-se até os 5 anos a vacinação de todas as crianças quando em situação de surto epidêmico.


Vacinas em bebês menores de 6 meses
A primeira vez que recebem a vacina, aos 6 meses, conforme consta no Programa de Imunização Nacional, é necessário um reforço após um mês da primeira dose. Depois, deve receber uma dose anualmente.


Qual vacina dar: tetravalente ou trivalente?
Consideraria a tetravalente caso houvesse surto do tipo de vírus que ela traz a mais ( um vírus tipo B a mais). 

Sequelas
Nenhum destes vírus deixam sequelas. Todos são causadores de gripe. O que preocupa no H1N1, em particular, é a rapidez e gravidade com que os sintomas se instalam.
 

A diferença de gripe e resfriado
É importante lembrar que muita gente usa os termos resfriado e gripe como sinônimos. Na verdade, resfriados comuns dão sintomas leves, como congestão nasal, coriza, espirros, tosse... Raramente dão febre.

Gripe é sempre um quadro mais importante, com mal estar, diminuição do apetite, dor no corpo, febre, além dos sintomas catarrais do resfriado comum.

Como se dá a gripe em crianças
Bebês pequenos, até 2 anos de idade, não têm a imunidade completa como tem um adulto, por isso, são contaminados por doenças virais com mais facilidade, assim como transmitem. No caso desses pequenos, a
 doença demora mais tempo para acabar, exatamente, por causa da imaturidade imunológica. Crianças pequenas tendem também a espalhar mais os vírus já que as vezes ainda não sabem espirrar ou tossir com o bracinho na frente, não lavam as mãos com frequência, além de levarem tudo à boca.

Quanto mais nova a criança, maior o risco de ser um caso com piora rápida e gravemente. Isso porque, quanto mais novo o bebê, menor é o calibre das vias aéreas, ou seja, mais estreitas são as vias aéreas, ficando mais fácil de entupi-las com secreção que, na gripe está muito aumentada. A parede que reveste as vias respiratórias incham, diminuindo ainda mais a passagem do ar.


Bebês pequeninos, com menos de 6 meses não sabem respirar pela boca e se prejudicam muito com o nariz entupido, como, por exemplo, não conseguem mamar corretamente.

Esse é o pior problema nos quadros gripais em crianças: manter vias aéreas desobstruídas.
Depois dos 2 anos, se a criança não tiver nenhum outro problema de saúde, o quadro tende a ser menos sério pois são crianças que têm um sistema imunológico recentemente amadurecido, sem memória imunológica, que reagirão adequadamente a doença.

Assim, é importantíssimo dizer que bebês que mamam leite materno recebem anticorpos que ajudam-no a ficar protegidos e, caso adoeçam, têm quadros mais leves e mais rápidos, se continuarem mamando. Quando estão com o nariz desentupido, conseguem mamar melhor. E oferecendo o "mamá" com frequência, a mãe o ajuda a manter as narinas desentupidas


Tempo de transmissão do vírus
Outra coisa que preocupa é o tempo que a criança fica transmitindo o vírus, mesmo quando já aparenta boa recuperação. A transmissão viral se inicia dois dias antes de iniciarem os sintomas gripais e podem perdurar por até duas a três semanas, a depender da idade da criança.

Tratamento

Não existe tratamento específico para o vírus da gripe. O que é feito é a administração do oseltamivir (tamiflu) que ajuda a diminuir a multiplicação viral e assim, em teoria, diminuirá a intensidade da doença e do tempo de transmissão.

O restante do tratamento todos já conhecem: desobstrução das narinas com lavagem e aspiração nasal sempre que necessário, antitérmico caso tenha febre, alimentação fracionada, ou seja, oferecer alimentos aos poucos, várias vezes ao dia e dê preferência os alimentos mais saudáveis, que a criança mais gosta. Incentivar a ingestão de líquidos: sucos naturais e água. Se gostarem de sucos cítricos, melhor ainda. Se a criança ainda recebe leite materno, incentivar o mamar.

Como se prevenir
Além de higienizar sempre e corretamente as mãos, já que sabemos ela é um dos principais meios de transmissão da doença,  crianças que se alimentam bem dificilmente ficam doentes. Daí a importância de enfatizar a alimentação colorida, evitando alimentos industrializados e incentivando o consumo de frutas.


É normal a criança ficar gripada após a vacinação?
Não. O que muitas vezes acontece é que a criança já está contaminada e acaba manifestando os sintomas coincidentemente após a vacinação. Até mesmo porque sabemos que demora aproximadamente duas semanas para a vacina proteger.


Reação da vacina no organismo das crianças

Basicamente, a vacina traz informações sobre o vírus, sem que haja vírus nela (por isso,  que não é possível a vacina produzir doença ou sintomas gripais). Essas informações são partes proteicas do vírus (exemplo: como se fossem apresentadas fotos dos vírus para nossas células de defesa). A partir disso, o nosso sistema imunológico, durante cerca de duas semanas, identifica quem são os vírus e o que ele deve fazer caso esteja diante de um deles, ou seja, produz substâncias específicas, os anticorpos, contra aqueles vírus apresentados na vacina.


Os sintomas da gripe podem ser confundidos com o de outras doenças?
Sim. A gripe em crianças pequenas, além dos sintomas que já conhecemos e mencionados mais acima, também pode causar dor de garganta, de ouvido, vômitos e até mesmo diarreia.

Quando a vacina não é aconselhada?
A única situação que se faz necessário atrasar a vacina é a existência de febre. Espera-se  o quadro febril terminar para vacinar. O que acontece é que muita gente evita vacinar crianças resfriadas, imaginando que aquela situação possa vir a dar febre e daí a confundir com um possível efeito adverso da vacina.

É importante entender que estamos falando apenas de situações que atrasam a vacinação mas que não proíbem a vacinação. Já, em caso de alergia à proteína do ovo ou a algum componente vacinal, a vacina não deve ser dada.

Intervalo entre a vacina da gripe e demais vacinas

Ou toma-se todas as vacinas num mesmo dia ou espera-se três semanas para uma nova imunização. No entanto, como pediatra e como mãe eu peço o carinho de calcular o número de picadas por dia de vacinação. Uma outra visita ao centro de vacinação em três semanas pode aliviar a quantidades de picadas de uma só vez.


Espero que tenham gostado da participação da doutora Regina!

Quem quiser contribuir com outras informações, principalmente, sobre os preços e laboratórios que têm vacinas disponíveis, por favor, deixe um comentário.

Aproveitando, recentemente vacinei meus filhos na clínica Pró Imune, pelo valor de 120 reais. Uma dica pessoal é: chegar bem cedo, já que os lotes do dia se esgotam ainda pela manhã. A vacina da gripe para criança menor de 3 anos, que ainda não havia sido liberada na rede particular, estaria disponível desde o dia 20 deste mês.  

Muita saúde para os nossos pequenos! Até mais!

Tati Rodrigues

Dicas de presentes infantis e criativos para a Páscoa


Pra quem quer aproveitar o tema da Páscoa para presentear os pequenos de uma maneira diferente, o Mãe Pensa em Tudo separou algumas dicas, que também podem ser boas opções para quem não quer dar chocolate às crianças, mas tornar esse dia doce e muito especial!


Essas duas almofadas, super fofas, são da Uatt?. Além de deixar o cantinho dos pequenos ainda mais aconchegante e charmoso, a criançada vai adorar brincar com esses coelhinhos. O primeiro modelo vem com um bolso na frente que pode ser recheado com gostosuras, além de adesivos em forma de patinhas de coelho para a família toda se divertir nessa Páscoa! A segunda almofadinha é da linha Filhotes Fofinhos.. o nome dispensa qualquer explicação!

Almofada coelho, com adesivos: R$ 45,49

Filhotes Fofinhos: R$ 74,90




 


Mesmo os bem pequenos podem aproveitar o clima de Páscoa de uma forma divertida. Essa meia sapatilha você encontra na Puket, ideal para os bebês!

Meia sapatilha Coelho: R$ 26,90

Para as filhotas mais grandinhas, que gostam de novidades e curtiriam desfilar com lindos coelhinhos nos pés, a AnyAny tem esse modelo, para crianças acima de 10 anos. Uma graça, não é mesmo?
 
Meia Coelho: R$ 39,00





 
 
Um par de pantufas pode ser uma boa pedida! Que criança não se encanta com essas gracinhas?

Pantufa Nicky Coelho Azul Claro, Catz Calçados: R$ 59

Pantufa Pernalonga Grafite Ricsen, Tricae: R$ 79



 

 

Que tal surpreender os pequenos, no domingo de Páscoa, com uma mesa de café da manhã bem divertida? Essas canecas dariam conta do recado direitinho! A Duplinha aí, que pode arrancar sorrisos de outra duplinha, é da SPDG Brindes.

Caneca Coelho Come Come: R$ 23,00







A Páscoa  também pode ser uma ótima oportunidade para fazer um mergulho com os pequenos em historinhas que tratam do assunto! Este livro "O coelhinho que não era de Páscoa", da escritora Ruth Rocha, conta a estória do coelho Vivinho que não queria ser coelho da Páscoa e escolhe outra profissão.

O Coelhinho que não era de Páscoa

Livraria Cultura: R$ 31,90

Cia dos Livros: R$ 36,55









Outra opção de presente é este lindo coelho porta lápis, em feltro, da Angela Mimos, que já vem com os mini lápis de cor!

Coelho porta lápis: R$ 15




É isso pessoal! Espero que tenham gostado das dicas! 

beijos, Tati

Seu filho come feito passarinho ou tem fome de leão?




Na verdade essa questão que tanto martiriza as mães e leva a comparações com outras crianças fora e dentro de casa, pouco importa, desde que a criança esteja bem nutrida.

Aqui em casa, não é diferente. Pedro é o ratinho e Aline, tal qual um leão. Logo que ele deixou de se alimentar exclusivamente de leite materno, percebi que o apetite e a aceitação dos alimentos entre os dois eram bem diferentes. Mesmo sabendo que a comparação deveria ser evitada, foi impossível não me questionar sobre o porquê um comia tão bem e de tudo e o outro era mais seletivo e comia “pouco”, sendo que para os dois os alimentos eram apresentados da mesma maneira: em pratos infantis, com uma comida colorida e algumas vezes divertidas. 



Para a Aline comer com satisfação, isso basta. Com o Pedro ainda continuo com  outros recursos, quer eram usados com ela também: - Olha o aviãozinho! Ou: - Vamos descobrir o leãozinho que tem no fundo do prato, então para isso vamos comer outra colherzinha. E por aí vai. Com a Aline na fase dos 2 anos funcionava bem. Já com ele...Na quarta colherada pede para sair da mesa e a refeição termina sem ter comido tudo.

Não sei se por uma questão cultural, mas a satisfação só vem mesmo se eles raspam o prato. Mas também tenho aprendido a não dar tanta importância para essa questão. Comecei a me convencer de que cada um a seu ritmo é saudável. Essa percepção foi melhorando a medida que eu retornava com eles à pediatra. Ela me mostrava e explicava que estava tudo certo, que se desenvolviam normalmente de acordo com suas características!

O acompanhamento com a pediatra ou nutricionista é muito importante para esclarecer as dúvidas e diminuir a ansiedade em torno da alimentação das crianças. Para mim foi um alívio poder tirar um pouco o peso que eu me colocava e colocava sobre eles também em relação a quantidade de comida que comem.



Mas como saber se o nosso filho está bem nutrido?
De acordo com a nutricionista Mislene Moreira
Vieira, nutricionista especialista em saúde, nutrição e alimentação infantil, os sinais da boa nutrição estão no ganho de peso e crescimento adequado, bom aprendizado escolar, disposição para brincar, dormir e acordar bem, funcionamento regular do intestino, cabelos e unhas saudáveis, dentes fortes e pele corada. 
Sobre o apetite das crianças, Mislene reforça o que pediatras e colegas de profissão sempre explicam. “Cada criança tem a capacidade de autorregular seu apetite à suas necessidades nutricionais, portanto uns comem mais que os outros, cada um tem um tipo de metabolismo, o importante para saber se a criança está bem mesmo com a ingestão maior ou menor de alimentos, é seu desenvolvimento, crescimento e ganho de peso adequado”.

O apetite maior ou menor do seu filho pode ter a ver com a fase que ele está.

A idade conta muito. Há períodos em que as crianças estão com apetite mais veroz e em outras fases há uma diminuição desse ritmo, explica a nutricionista.

Então, se o seu filho que comia super bem com 1 ano de idade e agora dos 2 aos 3 tem comido menos, não estranhe com grande preocupação. Esta é a fase conhecida como período pré-escolar que caracteriza a diminuição da velocidade de crescimento e consequentemente diminuição do apetite.
Portanto, não é recomendado pelos profissionais da saúde prometer presentes ou passeios em troca da comida, nem oferecer sobremesa para que a criança coma. Pediatras alertam que essa atitude dos pais ou cuidadores só faz com que a criança ache que a comida é ruim, pela compensação que terá depois. É também inaceitável obrigar a criança a comer ou bater para que ela coma. Ambas as situações podem levar a criança à uma aversão a comida, podendo desencadear disturbios alimentares graves posteriormente.


Mas, quanto colocar no prato das crianças?
A nutricionista reforça que não somente as crianças, mas também os adultos devem realizar de 5 a 6 refeições por dia, sendo elas: café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia.e explica que as necessidades calóricas dos pequenos se dividem por faixa etária. Abaixo ela nos dá um exemplo de como o mesmo cardápio (almoço e jantar) deve variar em calorias/quantidade em cada fase.


De 2 a 3 anos aproximadamente 1,300 Kcal/dia:
Arroz branco 3 colheres de sopa
Feijão carioca (grão+caldo): 2 colheres de sopa
Filé de frango grelhado 1 unidade pequena
Abobrinha cozida: 1 colher de sopa
Alface: 3 folhas médias + 2 fatias de tomate
Sobremesa: 1 laranja

De 4 a 6 anos 1,800 Kcal/dia:
Arroz branco 4 colheres de sopa
Feijão carioca (grão+caldo): 1/2 Concha média
Filé de frango grelhado 1 unidade média
Abobrinha cozida: 1 colher de sopa
Alface: 3 folhas médias + 2 fatias de tomate
Sobremesa: 1 laranja

De 7 a 11 anos 2,000 Kcal:
Arroz branco: 3 Colheres de servir
Feijão carioca (grão+caldo): 1 Concha média
Filé de frango grelhado 1 unidade média
Abobrinha cozida: 2 colheres de sopa
Alface: 3 folhas médias + 2 fatias de tomate
Sobremesa: 1 laranja


De maneira geral, para completar, a recomendação de especialistas é que nas etapas pré-escolar e escolar, dos 4 aos 12 anos, óleos e gorduras sejam reduzidos pela metade da quantidade de comida total.
Nesse período, também é importante incentivar frutas e verduras, não apenas para suprir as necessidades nutricionais, mas para servir de modelo para sua alimentação na fase adulta.
É isso ai mamães e papais, a rotina fica mais leve quando entendemos o quanto nossos pequenos de fato precisam para serem crianças saudáveis, mas o trabalho de incentivá-los a uma refeição equilibrada e diversificada é continuo, porém pra lá de gratificante quando percebemos os bons resultados.

E para quem quiser conhecer mais o trabalho da nutricionista Mislene acesse a página dela no facebook!

Beijos e uma ótima refeição!


Moda praia: gestantes e lactantes lindas e confortáveis no biquíni ou no maiô


Estejamos nós gestantes ou lactantes, uma dúvida é unanimidade entre as mulheres: o que vestir? E o dilema não se restringe somente aos compromissos do dia-a-dia, se estende à praia também! Resumindo meninas, nem na folga, nos damos sossego rs.
 
Verão aí a todo vapor e por mais que nos digam que gestantes são lindas de toda maneira e que as mulheres ficam ainda mais belas depois que se tornam mães, nós precisamos também nos sentir assim. E nada melhor para manter a autoestima elevada do que usar um maiô ou biquíni que combine com o nosso estilo e nos faz sentir bem. Claro que se o traje de banho ainda valorizar o que temos de melhor e der uma disfarçadinha naquilo que ainda não queremos mostrar, ajuda muito!
 
Pode até parecer preocupação tola, mas não é. Depois da segunda gestação voltei a usar maiô. Acho que não usava um desde os 5 anos de idade rs. Mas posso dizer que foi ótimo o reencontro, já que hoje, temos a nosso favor, estilistas cada vez mais preocupados em trazer beleza e conforto para a moda praia, logo, não foi difícil me atrair por um.
 
Depois de maiô escolhido, tudo parecia perfeito para voltar à praia com as crianças. Mas  na hora do “vamos ver” mesmo, não foi tão lindo assim. Resolvi comprar um maiô com bojo. Escolhi um com bojo mais molinho e fino para que ficasse bonito e ao mesmo tempo que me permitisse amamentar. Ilusão, na prática, amamentar o Pedro foi um sufoco. (lembrando que a culpa não foi do maiô, eu que não soube escolher, talvez um maiô com bojo removível facilitaria muito)

Já na praia, eu amassava o bojo para um lado ou para o outro para descobrir o seio e o material que era molinho, todo apertado de um lado só, ficou bem mais denso e formava um volume que incomodava o Pedro na hora de mamar. Um verdadeiro "Deus nos acuda"! Além do que o bojo nunca mais voltará a ser o mesmo. A minha sorte é que a praia estava bem mais interessante para o Pedro do que o “tetê”.

Como sempre fui mais fã dos biquínis com sutiã modelo cortininha e os usei na época em que eu amamentava a Aline, ainda não tinha vivido nenhum desconforto em amamentar na praia.

Mas valeu a experiência com o maiô porque foi o que me levou a pensar nessa questão e fazer esse post com dicas sobre moda praia para gestantes e lactantes.

Espero que esclareça algumas dúvidas de vocês e, principalmente, que vocês sejam bem mais feliz nas escolhas do que eu! 
 
Anotem aÍ!
 
  • Primeira dica: seja a sua preferência biquínis ou maiôs, o mais importante é que sejam confortáveis!

  • Para seios volumosos e pesados, devido ao período de gestação ou amamentação, o ideal são sutiãs com sustentação, mais estruturados e com alças um pouco mais largas. 
 
  • Para amamentar já existem alguns modelos de maiôs e biquínis próprios para lactantes, com abertura na parte frontal do sutiã. Os modelos abaixo são da Dilady.


 
 
  • Biquínis “cortininha” ou “cortinão” também facilitam na hora de amamentar. Se você não abre mão de bojo, algumas modelagens vêm com bojo removível e ferragem também!

 
  • Para a parte de baixo dos biquínis, o ideal são calcinhas com elásticos que fiquem abaixo da barriga e não muito finos nas laterais.
 
  • Calcinhas de cós alto e com elásticos largos na altura e confortáveis são boas para dar sustentação à barriga das gestantes e ajudam a esconder a barriguinha depois da gestação ou as tais gordurinhas indesejadas .
 
 
 
  • Os maiôs também assumem papel de proteger o barrigão do Sol, evitando manchas na pele, mas não podem apertar. Lembre-se conforto sempre, principalmente nesse momento. Já para as mamães que acabaram de ter bebês ou estão com dificuldade de se livrar da barriguinha eles são ótima pedida para disfarçar e deixam as mulheres mais elegantes. Os modelos abaixo para gestante encontrei na Mammy Gestante!
 
 
 
 
  • Esse é outro modelo bastante interessante para proteger com muito estilo o barrigão!
 

 
  • A moda mãe/filha(o) também esta super em alta. Eu particularmente acho uma fofura. Esses modelos da Lichia são uma graça!

 
  • Importante investir também nas saídas de banho. As melhores opções, pensando no conforto, são as com tecido leve a base de poliamida, pois secam rápido e ainda protegem mais a pele do sol, tudo por conta de uma tecnologia que filtra os raios solares! Tudo de bom!



Prontinho meninas, agora é só curtir essa linda fase da vida e o verão, na praia, e em grande estilo!

Brincadeiras de jardim


O post de hoje é especial. Foi sugerido por quem entende do que os pequenos gostam. E quem mais que uma criança para saber o que eles curtem?

Atendendo aos pedidos da Aline, trago aqui algumas sugestões de jogos e brincadeiras de jardim ou ao ar livre.

Num desses dias de férias, em casa, ela sugeriu que brincássemos na área externa, do condomínio onde moramos, de jogos de jardim. Depois revelou que as brincadeiras ela havia assistido na Peppa, algumas no episódio "Jogos de Jardim" e me pediu para colocar no blog para as outras crianças.

Achei tão bonitinho, que não resisti. Então, aí estão!

Muitos pais olham com ressalva para a porquinha, já que nem sempre ela dá bons exemplos de comportamento às crianças. Mas dessa vez, a Peppa merece uma estrelinha, mandou bem!

E o que é bastante bacana nessas atividades ao ar livre é que é preciso muito pouco para se divertir, a criançada movimenta mais o corpinho, trabalha a criatividade e o improviso, registra boas memórias e se fortalece com a vitamina D! rs




1- Passando por debaixo da corda

É preciso corda ou elástico e bastões. Os bastões podem ser cabos de vassoura com uma das pontas enterradas na grama ou algum objeto que os mantenham em pé e firme. Se a quantidade de crianças for mais que duas fica mais fácil: duas seguram a corda, enquanto os outros tentam passar embaixo dela, sem encostar, fazendo revezamento entre elas. A corda é amarrada no limite do bastão. A altura que a corda é posicionada vai diminuindo a medida que a criança consegue passar por baixo sem tocá-la, aumentando o desafio.

 
 
2- Piquenique
As crianças adoram! E precisa de muito pouco: toalha, comidinhas (que você tem em casa), brinquedos e boas companhias.
 
 
 
3 - Boliche
Leve o jogo de boliche do seu filho para o jardim. E se ele não tiver um, vocês podem improvisar com garrafas pet ou latinhas. O que vale é a brincadeira
 
 
 
 
 
4 - Pipa
Que tal confeccionar uma pipa com as crianças e depois leva-las para soltar? A Aline fez uma para ela e para o Pedro com folha de sulfite, encheu de brilho e desenhos e fez uma rabiola com fitilhos. Era o que tínhamos no momento. Claro, que a pipa não ganhou o céu porque ficou pesada demais,  mas eles se divertiram muito correndo com a pipa e também na sua confecção
 
 
5 - Bicicleta
Nossa, "mil coisas" podemos inventar brincando de bicicleta desde simplesmente pedalar até brincar de corridas e motorista (reforçando as regrinhas básicas de trânsito para condutores e pedestres). Se o pequeno ainda não abandonou as rodinhas, mas está ansioso para isso, também pode ser um bom momento para dar aquele empurrãozinho que ele precisa para ganhar independência! Como ele ainda não retomou todas as atividades pode se dedicar mais tempo para isso. E vai voltar para a escola cheio de novidades. Ah e não se esqueça dos itens de segurança!
 
6 - Bola
Existe brinquedo mais democrático do que uma bola? Sozinhos ou com a turminha basta uma bola para a criançada inventar muitas brincadeiras e se divertirem. Agora se os pequenos tiverem até três ou quatro aninhos  eu sugiro que cada um leve a sua ou tenha várias bolas à disposição. Quem têm filhos dessa idade sabe bem, que salvo algumas exceções, eles adoram o brinquedo do outro e fazem uma guerra para não emprestar o que estão com eles. rs
 
 
7 - Taco
Está é uma brincadeira que lembro ter sido uma febre nos anos 80. Mas hoje, quase não vejo as crianças brincando, talvez muito se deva à violência que têm esvaziado as ruas onde antes as crianças se reuniam. E por isso mesmo pode ser uma novidade para as nossas crianças: basta uma bola pequena e mais pesadinha e uma madeira para ser o taco!
 
 


 8 - Bolhas de sabão

Sucesso garantido entre a criançada, brincar de bolha de sabão pode ser uma ótima opção  nesses dias de verão. Cuidado somente com o piso e com o que as crianças estão calçando. Se o piso for rústico não há muito com o que se preocupar, se for liso pode ficar muito escorregadio. Para as crianças bem pequenas que querem participar da brincadeira, mas não só estourando bolhas, uma dica de uma mãe leitora aqui do blog é trocar o sabão que vem no frasco por água e um pouquinho do shampoo de bebê. Assim o contato da boca com o sabão, que às vezes acontece, não vai trazer dor de cabeça para ninguém.

 
 
Bom divertimento!
 

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